Comunidades quilombolas de diversos municípios recebem cestas básicas

26/11/2015 18h10
Por Redação - Agência PA (SECOM)

Nesta quinta-feira (26), as comunidades quilombolas do Médio Itacuruça e do Ramal do Bacuri, em Abaetetuba, nordeste do Estado, receberam 63 cestas básicas fornecidas pelo Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS). O Núcleo de Articulação e Cidadania (NAC), em parceria com a Federação das Cooperativas da Agricultura Familiar do Pará (Fecaf), organizou a distribuição dos alimentos, que foram adquiridos pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) do MDS.

Na sexta-feira (27), será a vez da comunidade quilombola Timboteua Cravo, em Concórdia do Pará, receber 83 cestas básicas. No dia 8 de dezembro serão distribuídas 134 cestas para os quilombolas das comunidades Santa Terezinha e Nova Laudicéia, em Irituia; e em Santa Luzia do Pará as comunidades Tipitinga e Três Voltas receberão 61 cestas básicas. Já no dia 9 de dezembro, 48 cestas básicas serão entregues para quilombolas de Bragança e Tracuateua.

“A Fundação Cultural Palmares solicitou as cestas básicas para as comunidades quilombolas do Pará ao MDS. Os pedidos foram aceitos e estamos articulando as entregas junto com o NAC pela primeira vez”, explicou a diretora de projetos da Fecaf, Nilda Ribeiro.

O MDS libera recursos para a distribuição de cestas a grupos populacionais específicos. A aquisição dos produtos é feita pela Conab, priorizando alimentos da agricultura familiar. Cada cesta é composta por oito produtos – arroz, açúcar, feijão, macarrão, óleo de soja, leite em pó, farinha de trigo e fubá. São beneficiados indígenas, quilombolas, comunidades de terreiros, atingidos por barragens, acampados, pescadores artesanais e famílias em situação emergencial. Em 2014, foram distribuídas, por meio desta ação, mais de 34 mil toneladas de alimentos em todo o país.

“O NAC, como Governo do Estado, faz questão de chegar até as comunidades mais necessitadas e fazer parte desse momento tão importante para essas famílias. Estamos aqui para colaborar para que a ação macro chegue lá no interior, em pessoas que realmente precisem de mais atenção”, diz a diretora geral do NAC, Daniele Khayat.