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Polícia Científica do Pará se consolida como pilar essencial para a justiça social e a verdade dos fatos

Modernização tecnológica e atuação em todo o Estado consolidam a Polícia Científica do Pará como referência na produção de provas periciais e garantia de direitos civis

Por Monique Leão (Pol. Científica)
20/02/2026 14h50

Garantir a justiça social passa, necessariamente, pela produção de provas técnicas, imparciais e fundamentadas na ciência. Nesse contexto, a Polícia Científica do Pará (PCIPA) reforça, nesta sexta-feira (20), data escolhida mundialmente para destacar o direito à justiça social, o papel estratégico que a instituição desempenha no fortalecimento do sistema de justiça e na promoção dos direitos da sociedade paraense. Por meio de perícias criminais e científicas, a PCIPA contribui diretamente para a elucidação de crimes, a responsabilização de autores e a proteção de vítimas, assegurando que decisões judiciais sejam baseadas em evidências e laudos.

Com atuação em todo o Estado, a Polícia Científica do Pará é responsável por transformar vestígios em provas técnicas, trabalhando de forma independente e integrada aos demais órgãos da segurança pública e do sistema de justiça. Cada laudo produzido representa um compromisso com a verdade, a legalidade e a transparência, princípios fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

As atividades desenvolvidas vão além da investigação criminal. As perícias também têm impacto social direto, seja na identificação de pessoas para que os familiares possam dar um destino digno a um ente, na comprovação de fatos em processos judiciais, na garantia de direitos civis ou na resposta técnica a situações que exigem conhecimento científico especializado. Dessa forma, a instituição atua como a segurança da existência das provas técnicas, responsabilizando quem de fato cometeu crimes, reduzindo injustiças, evitando condenações indevidas e fortalecendo a confiança da população nas instituições públicas.

Para o diretor-geral da Polícia Científica do Pará, Celso Mascarenhas, o papel da instituição é resultado do empenho diário dos seus colaboradores. “A Polícia Científica é feita por servidores altamente qualificados e comprometidos com a missão de servir à sociedade. Cada perícia realizada carrega a responsabilidade de contribuir com a justiça e de garantir que a verdade dos fatos seja esclarecida. Nosso trabalho é silencioso, técnico, mas fundamental para a efetivação da justiça social no Pará”, destacou.

O investimento do governo do Pará em tecnologias e modernização dos laboratórios tem sido um dos pilares para a consolidação da instituição como referência na produção de provas científicas. O Estado foi o primeiro do Norte a modernizar seus laboratórios e receber investimentos em equipamentos como o Sistema de Cromatografia Líquida de Alta Eficiência Acoplada a Espectrometria de Massas (LC MS/MS), o Sistema de Cromatografia Gasosa acoplada a Espectrometria de Massas  (CG MS/MS) e Espectroscopia de Infravermelho por Transformada de Fourier (FTIR).

Resultados- Esse esforço contínuo reflete diretamente na qualidade dos laudos periciais e na credibilidade do trabalho entregue à sociedade. Em 2025, a PCIPA realizou um total de 71.375 perícias e entregou 68.894 laudos à população paraense.

Do número de perícias solicitadas, 36.571 foram realizadas pelo Instituto de Criminalística (IC) e 34.804 realizadas pelo Instituto de Medicina e Odontologia Legal (IMOL). A sede, em Belém, recebeu 45% das solicitações de perícias e as unidades do interior representaram 55% das solicitações.