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Grávidas com suspeita de Covid-19 recebem atendimento especializado na Santa Casa

Entre os meses de março e agosto, maternidade realizou 1.376 atendimentos nessa área

Por Samuel Mota (SANTA CASA)
02/09/2020 12h01

Durante março e agosto de 2020, a maternidade realizou 1.376 atendimentos nessa áreaEste ano a Santa Casa do Pará foi definida pela Secretaria Estadual de Saúde (Sespa) e pelo Ministério da Saúde como referência para a Covid-19. A Urgência e Emergência Obstétrica do hospital começou a atender mulheres grávidas com suspeita da Covid-19, a partir do dia 21 de março deste ano. Durante esses meses (março a agosto/2020), a maternidade realizou 1.376 atendimentos nessa área. As maiores demandas foram nos meses de abril e maio.  

O presidente da Fundação Santa Casa, Bruno Carmona, diz que o atendimento segue determinações relacionadas ao perfil de atendimento do hospital, na área materno-infantil. "Por um alinhamento feito entre Sespa e Santa Casa, a instituição ficou responsável por atender a demanda de obstetrícia das demais unidades do estado e naturalmente preparados para atender a Covid-19", informou. 

As maiores demandas foram nos meses de abril e maio“Dividimos o fluxo de atendimento desde a porta de entrada do hospital até a internação, com procedimento leito-enfermaria e UTI para obstetrícia e a alta do paciente. Isso proporcionou um atendimento adequado em toda a nossa população de gestante e agora que a pandemia diminuiu, estamos retornando às atividades normais, mesmo assim mantendo um mínimo de atendimento voltado ainda para a Covid-19”, diz o gestor. 

Segundo a direção do hospital, as pacientes sempre passarão por avaliação e serão internadas (quando necessário) dentro de um fluxo que prioriza a segurança dos pacientes e demais usuários dos serviços da instituição.

“A Santa Casa tem uma porta de entrada de urgência que é exclusivamente obstétrica. Nós criamos um fluxo diferenciado para que essas pacientes suspeitas da Covid-19 fossem avaliadas e diagnosticadas ou não. E sempre seguindo um protocolo que as demais pessoas só sejam admitidas quando regulados pela central de Leitos”, diz a diretora técnica assistencial da Santa Casa, Norma Assunção. 

Fluxo diferenciado foi criado na Santa Casa para atendimento dessas pacientes

As pacientes suspeitas de contaminação do novo coronavírus, apresentavam sintomas respiratórios como tosse, febre, dor de garganta e dificuldade para respirar. A Santa Casa funciona como portas abertas para receber diretamente na maternidade mulheres grávidas ou que necessitam de outros atendimentos obstétricos. 

Bruno Carmona ressalta ainda que a participação de todos os servidores da Santa Casa foi fundamental para que se obtivesse êxito nas ações propostas pela gestão hospitalar.