Jornada científica qualifica médicos especialistas no Ophir Loyola

Evento busca promover uma cultura e produção de conhecimento científico, aproveitando os resultados da relação ensino e aprendizagem

28/01/2022 13h59 - Atualizada em 28/01/2022 14h49

O Hospital Ophir Loyola encerra, nesta sexta-feira (28), a XXII Jornada Científica dos Programas de Residência Médica. O evento é promovido pela Diretoria de Ensino e Pesquisa e pela Comissão de Residência Médica (Coreme). O evento tem como objetivo promover uma cultura e produção de conhecimento científico, aproveitando os resultados da relação ensino e aprendizagem. 

A história da autarquia é marcada pela tradição em ensino e pesquisa. E por intermédio dos conhecimentos teóricos somados à prática, os programas de residência garantem profissionais preparados para o mercado de trabalho. Até este ano de 2022, o HOL já formou 607 especialistas em diversas áreas da medicina.

Durante a programação, 39 residentes de Anestesiologia, Radiologia, Cirurgia Básica, Urologia, Oncologia Clínica, Mastologia, Cirurgia Geral, Clínica Médica e Endoscopia, apresentaram o Trabalho de Conclusão da Residência (TCR). O processo de avaliação aprofundado está relacionado à produção do conhecimento científico decorrente do desenvolvimento do ensino e aprendizagem, que atualmente é compartilhado pela comunidade hospitalar nas ações de ensino.

Segundo o chefe do Departamento de Ensino e Pesquisa, Rommel Burbano, é um marco para os futuros especialistas a conclusão da residência. “Eles viveram e prestaram serviços inestimáveis ao hospital, então acredito que seja um momento importante. Todos foram muito bem orientados pelos preceptores do HOL, o que é fundamental para receber o título de especialista”, afirmou Rommel.

O residente em Urologia, Renê Carvalho, pontua que a especialização no HOL essencial a sua carreira como médico e também como pessoa. “Foi muito engrandecedora a residência, tanto na parte prática quanto na teórica. A equipe médica do hospital é muito experiente, principalmente em patologias complicadas como o tratamento oncológico. Eu tive a chance de crescer como médico, mas também cresci como pessoa, tendo um olhar mais humanizado, pois trabalhamos com pacientes sensibilizados. Isso influencia muito no nosso crescimento pessoal”, afirma o residente.   

Para a residente em Endoscopia, Lara Rogério, que é uma veterana do HOL, pois anteriormente realizou a residência em cirurgia geral, é um desafio estar dentro do hospital. “O hospital é grande, com outros hospitais parceiros onde também atuamos. É mais delicado lidar com os pacientes oncológicos. Mas, mesmo com todos os desafios diários, as residências do Ophir Loyola nos proporcionam experiências únicas, que levaremos para toda a vida médica”, diz.

Ainda, segundo Lara, a residência médica traz uma nova visão sobre a medicina, mais focada para a área de interesse, mas ao mesmo tempo expande as ideias, além de possibilitar amadurecimento e crescimento pessoal e profissional.

“Instiga-nos a ter responsabilidade tanto com os pacientes quanto com nós mesmos. E mostra como o mercado de trabalho nos absorve enquanto especialistas. Se tornar especialista não é apenas ter um certificado, mas é aprender a importância que temos dentro da medicina para podermos ajudar os pacientes de forma mais atenciosa”, concluiu Lara.

O hospital tem o compromisso de desenvolver profissionais com experiência e conhecimento técnico-científico para o mercado de trabalho. Dessa forma, após as apresentações, eles receberão todos os subsídios para o exercício da profissão de modo humanizado e com excelência.  

Texto: Viviane Nogueira /Ascom Ophir Loyola

Por Luana Laboissiere (SECOM)