Estratégia Estadual de Bioeconomia é tema da Feira Latino-Americana de negócios pelo clima

A 2ª Edição do evento aconteceu de modo online nesta quarta-feira (27) com participação destacada da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Semas)

27/10/2021 14h33 - Atualizada em 27/10/2021 15h18

Dialogar sobre como os países da América Latina podem avançar na agenda da bioeconomia com a biodiversidade em diferentes biomas, foi um dos objetivos da discussão do evento Conexão pelo Clima, que aconteceu de forma online nessa quarta-feira (27). A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) destacou a Estratégia Estadual de Bioeconomia e os avanços do Governo do Estado do Pará.As biojoias podem trabalhar com o conceito de sustentabilidadeA Estratégia Estadual de Bioeconomia estabelece diretrizes que estimulam a transição econômica de baixas emissões de gases de efeito estufa, resistentes aos impactos das mudanças climáticas, em especial no contexto de pós-pandemia, para gerar de benefícios sociais, ambientais, econômicos e erradicação da pobreza através da sociobioeconomia.

Pesquisa, desenvolvimento e inovação; patrimônio genético e conhecimento tradicional associado; e cadeias produtivas e negócios sustentáveis, são os eixos da estratégia de bioeconomia do estado do Pará, destacados pelo secretário adjunto da Semas, Raul Protázio Romão, que atua na pasta de Recursos Hídricos, Políticas de Clima e Bioeconomia.

“No ambiente como um todo, o que mais sentimos é a falta do conjunto de políticas públicas, de assistência técnica, infraestrutura e acesso a crédito, conversarem com a dinâmica de bioeconomia. O Pará é o primeiro estado a ter uma estratégia estadual de bioeconomia. Nós estamos fazendo o nosso papel de incorporar a bioeconomia no planejamento das politicas de desenvolvimento do Estado. São compromissos e ações que o Estado está tomando”, comentou o secretário, Raul Romão.

“É fundamental, para qualquer que seja a estratégia, focar no valor agregado nas etapas iniciais, ter uma visão estratégica ambiciosa para curto, médio e longo prazos onde instituições públicas e privadas assumam compromissos, como monitoramento, inovação e aprender no processo como uma espiral de conhecimento que se vai transferindo”, comentou a Especialista Líder em Ciência, Tecnologia e Inovação do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Vanderleia Radaelli.

Por Bruna Brabo (SEMAS)