Sejudh realiza ação de cidadania no bairro do Guamá, em Belém

Foram ofertadas emissão de carteiras de identidade, orientação jurídica, ofícios para segundas vias de certidão de nascimento, casamento e óbito

25/09/2021 12h45 - Atualizada em 25/09/2021 14h31

A Secretaria de Justiça e Direitos Humanos realizou neste sábado (25), na Praça Benedito Monteiro, uma grande ação de cidadania para os moradores de uns dos bairros mais populosos de Belém: o Guamá. Foram ofertadas emissão de carteiras de identidade, orientação jurídica, ofícios para segundas vias de certidão de nascimento, casamento e óbito, em parceria com a Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster).

Dona Maria Isabel Pantoja, moradora do Guamá há mais de 50 anos, chegou cedo à Praça para garantir um novo documento de identificação. Ela agradeceu ao Governo do Estado, por meio da Sejudh, a oportunidade de não sair de próximo da sua casa para garantir a documentação. “Eu com 71 anos tenho muita dificuldade de locomoção e ver que a identidade chegou próximo da minha casa é excelente, porque mostra que as autoridades estão olhando para nós”, afirmou.

De acordo com o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Guamá, localizado às margens do rio que leva o mesmo nome do bairro, tem mais de 100 mil habitantes. A ação de cidadania realizada hoje foi solicitada pelas lideranças da juventude do bairro. 

De acordo com o titular da pasta de Justiça e Direitos Humanos, José Francisco Pereira, que acompanhou a ação, a Sejudh está empenhada em garantir cidadania e direitos humanos à população que precisa acessar os serviços públicos. “Nós estamos empenhados em garantir que o nosso público tenha acesso às informações sobre seus direitos, à cidadania, por meio da sua carteira de identidade e a todos os outros serviços que a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos possa oferecer”, disse.

No próximo dia 30 de setembro, a Sejudh vai entregar à população local os mais de 100 RG’s que foram emitidos hoje. 

Por Gerlando Klinger (SEJUDH)