Maternidade da Santa Casa realizou mais de 32 mil atendimentos

10/10/2019 13h31 - Atualizada em 10/10/2019 15h39
Por Samuel Mota (SANTA CASA)

Recepção da ala de obstetrícia da Santa CasaNos primeiros nove meses deste ano, a Santa Casa do Pará realizou na Urgência e Emergência Obstétrica, 32.754 atendimentos, uma média de 3,6 mil por mês. Os números revelam a confiança das pessoas que recorrem ao hospital por conta do atendimento e da alta qualificação dos profissionais que atuam na unidade de saúde.

De janeiro a setembro de 2019, foram realizados na maternidade da Santa Casa 7.853 partos, deste total 3.691 foram normais e 4.162 cesáreos. Para a gerente de Obstetrícia, Marília Gabriela, o hospital cumpre seu papel em atender a área de complexidade materna. “Este ano, já são 229 partos a mais do que os realizados neste mesmo período em 2018. Esses números mostram a crescente procura pelos serviços da maternidade do Santa Casa”.

O presidente da Fundação, Bruno Carmona, reconhece o trabalho dos servidores da instituição na busca em atender da melhor maneira a população do Pará e até de outros estados, em determinados serviços que a instituição disponibiliza. “Não seria possível manter todo esse quantitativo de atendimento que a Santa Casa realiza ao longo dos anos. E, naturalmente, realizar tudo isso, é sempre um desafio em que a gente precisa otimizar os custos e os recursos públicos em prol da sociedade. Esse é o nosso resultado adequado e que nós consigamos atender a população adequadamente”.

Bruno diz ainda que o foco maior é o atendimento materno infantil e na parte da obstetrícia, que é referência de alta complexidade no Estado. “Mantemos a porta aberta e assim continuaremos, mas a gente precisa fazer alguns ajustes de fluxo de atendimento, para não trabalharmos com o hospital superlotado. A abertura do Abelardo Santos vem reforçar o quantitativo de leitos de obstetrícia de risco habitual e alta complexidade”, destaca o gestor.

Maria da Conceição Gomes da Costa, Igarapé-MiriMaria Gomes da Costa, 29, moradora do município de Igarapé-Miri, nordeste do Estado, teve seu último filho em casa, mas foi encaminhada à Santa Casa devido complicações no parto. “Fiz o pré-natal direitinho e tive meu filho em casa de parto normal. Esse já é meu quarto bebê, e só vim para cá porque a placenta não quis sair. Chegando aqui, fui bem tratada por todos. Deu tudo certo graças a Deus, agora estou só aguardando a alta para ir embora”, contou.

A estudante Maria Leite Furtado, 17, que mora no bairro da Pedreira, em Belém, fez o pré-natal e foi identificado o risco na gravidez. “O médico já tinha me falado que seria uma gravidez de risco e, por isso, me encaminhou para cá. Chegando aqui fui muito bem tratada, me levaram para a sala de cirurgia onde tive minha filha por cesariana, e apesar do sufoco da gravidez, eu estou muito feliz porque vejo que a minha filha está bem”, comemora.

Maria Valéria Leite Furtado