Pautas


Companhia aérea apresenta ao Estado plano de expansão de sua malha aeroviária no Pará

Por Governo do Pará (SECOM)
Abertura: 14/09/2021 10h00
Encerramento: 14/09/2021 11h00
Local: Palácio do Governo
Endereço: Avenida Dr. Freitas s/n
Contatos: Douglas Dinelly (91) 98134-6617

Nesta terça-feira (14) será apresentado ao governador do Pará, Helder Barbalho, o plano de expansão da malha aeroviária da Azul Linhas Aéreas. O diretor de Relações Institucionais da Azul, será o responsável pelas explanações. Além do chefe do executivo estadual, participa da reunião o secretário de Turismo do Pará, André Dias.

Atualmente, a Azul atende cinco municípios paraenses. A empresa interliga Belém a Altamira, Santarém, Marabá e Carajás. Além disso, a Azul possui uma vasta rede doméstica a partir do aeroporto de Belém, além de ligações interestaduais também a partir de Marabá, Santarém e Carajás. 

Inicialmente, o plano de expansão contempla três fases. Na primeira, prevista para novembro deste ano, por meio da sua subsidiária Azul Conecta, a companhia passaria a atender mais 9 destinos: Itaituba, Porto Trombetas, Breves, Monte Dourado, Almeirim, Juruti, Monte Alegre, Óbidos e Oriximiná. 

Em dezembro de 2021, a segunda fase do plano prevê a introdução de operações em Salinópolis, Tucuruí e Paragominas com serviços da Azul Conecta, desde que estejam com a certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e a infraestrutura local suporte a operação regular e segura do Cessna Gran Caravan, conforme os minimos requeridos pela ANAC e pelos padrões operacionais da Azul. Caso contrário, tal operação será iniciada sempre 45 dias após a disponibilização da referida infraestrutura.

Por fim, em abril de 2022, as localidades de Itaituba e Porto Trombetas passarão a ser atendidas pela Azul com aeronaves ATR 72-600, cumprindo assim a última etapa do plano de expansão da companhia. A diretoria da empresa informa ainda que não refuta a possibilidade de voltar a ter voos internacionais em Belém. Porém, diante do cenário de intensa incerteza e imprevisibilidade do transporte aéreo internacional, e mesmo, da economia brasileira, não tem com estabelecer um projeto nesse sentido.