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Folha de São Paulo destaca crescimento de 8,2% nos investimentos no Pará

Por Redação - Agência PA (SECOM)
15/06/2015 19h06

O Pará está entre os três Estados que apresentaram saldo positivo de investimentos nos quatro primeiros meses de 2015. Num comparativo com o mesmo período do ano passado, o volume aplicado em novas obras e projetos cresceu 8,2%. O assunto já havia sido abordado pelo governador Simão Jatene em fevereiro deste ano, durante mensagem enviada à Assembleia Legislativa do Estado, por conta do início dos trabalhos da Casa. Na ocasião, o Pará já vivia os frutos de balanços positivos registrados em todo o ano de 2014.

“Assim, após resultados primários negativos em 2009 e 2010, passamos a ter uma sequência de resultados positivos, inclusive em 2014, quando até o governo federal, mesmo tendo flexibilizado as próprias metas, não conseguiu alcançá-las e fechou as contas com déficit primário de mais de 17 bilhões de reais”, destacou, na ocasião, o governador.

O dado faz parte de levantamento feito pelo jornal “Folha de São Paulo”, que, a partir dos balanços financeiros divulgados pelos Estados, mostrou que o conjunto de investimentos no país caiu de R$ 11,3 bilhões para R$ 6,2 bilhões, em relação ao primeiro quadrimestre de 2014, nas 26 unidades da federação e o Distrito Federal. Uma queda de 46%.

Em todo o Brasil, apenas Pará (8,2%), Rio Grande do Norte (8,1%) e Bahia (45,3%) apresentaram saldo positivo em novos investimentos. Na região Norte, o Estado de Roraima, com 85,6% de cortes, foi o que apresentou o dado negativo mais latente. No vizinho Amazonas, os cortes foram de 68,2%.

Segundo a pesquisa, em unidades com economia bem mais sólidas, como Minas Gerais e o Distrito Federal, por exemplo, os cortes foram de 97% e 91%, respectivamente, para novos projetos e obras previstos para o primeiro quadrimestre de 2015. Em muitos casos, nem mesmo projetos já em andamento conseguiram ser salvos e sofreram paralisação.

Ainda segundo a matéria da “Folha de São Paulo”, os cortes e paralisações de obras já em andamento afetam diretamente a economia. O mercado de máquinas, por exemplo, estima uma queda de 36% na demanda de novos equipamentos. Nos Estados com cortes altos, os gastos ficaram, praticamente, limitados à remuneração de servidores, ao custeio da máquina administrativa e aos projetos já em andamento.