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Hospital Galileu projeta mais de 3,3 mil cirurgias e 11 mil atendimentos ambulatoriais em 2026

Unidade estadual amplia acesso aos procedimentos e aposta em cuidado mais ágil, seguro e próximo da população usuária do SUS

Por Governo do Pará (SECOM)
11/02/2026 11h01

Referência do Governo do Estado em traumatologia, o Hospital Público Estadual Galileu (HPEG), na Grande Belém, projeta para 2026 a realização de 3.336 cirurgias e cerca de 11 mil atendimentos ambulatoriais, ampliando o acesso da população aos serviços especializados e contribuindo para a redução das filas de espera na rede pública de saúde.

No rol dos atendimentos ambulatoriais, estão as consultas especializadas, atendimentos multiprofissionais e retornos programados. O fortalecimento desse serviço garante acompanhamento adequado no pós-operatório, reduz complicações e reinternações e amplia o acesso a especialistas.

De acordo com a diretora executiva do Galileu, Paula Narjara, a projeção para 2026 reflete o compromisso da unidade em ampliar o acesso da população aos serviços especializados, aumentar a resolutividade dos atendimentos e reduzir o tempo de espera para procedimentos cirúrgicos.

“O HPEG mantém o foco na ampliação do acesso, no aumento da resolutividade e na redução do tempo de espera para procedimentos especializados”, afirma.

“Entre as principais diretrizes estão a otimização da produção cirúrgica eletiva, a melhoria do giro de leitos, a redução do absenteísmo em consultas e o fortalecimento das linhas de cuidado em ortopedia, urologia, cirurgia torácica e reabilitação”, completa Paula Narjara.

As metas seguem os princípios da universalidade, integralidade e equidade do Sistema Único de Saúde (SUS) e buscam transformar a capacidade instalada da unidade em acesso real para a população.

Para 2026, estão previstas aproximadamente 3.336 cirurgias, com melhor aproveitamento das salas cirúrgicas.

“Esse aumento representa um avanço importante na capacidade instalada do hospital e contribui diretamente para a redução das filas cirúrgicas na rede estadual”, destaca a diretora executiva.

No ambulatório, a previsão é de cerca de 11 mil atendimentos, incluindo consultas médicas especializadas, atendimentos multiprofissionais e retornos programados.

“O fortalecimento do ambulatório é estratégico para garantir acompanhamento pós-operatório adequado, reduzir complicações e reinternações e ampliar o acesso da população a especialistas”, ressalta.

Embora não haja previsão de criação de novos serviços, a ampliação da oferta ocorrerá por meio da reorganização dos fluxos internos, do melhor aproveitamento da estrutura existente e da qualificação contínua das equipes.

“As áreas de ortopedia, urologia, reabilitação multiprofissional e ambulatório de especialidades cirúrgicas concentram os principais esforços de ampliação da produção, com integração mais resolutiva entre o pré e o pós-operatório”, afirma Paula Narjara.

Sobre o impacto para a população, a diretora executiva destaca que os resultados são diretos e mensuráveis.

“Mais usuários terão acesso às cirurgias eletivas em menor tempo, haverá redução do sofrimento provocado pelas longas esperas, os pacientes terão acompanhamento ambulatorial mais estruturado e a rede estadual será desafogada, permitindo melhor distribuição da demanda”, pontua.

Para 2026, o hospital busca consolidar avanços na eficiência operacional, na qualidade e segurança do paciente, na gestão orientada por indicadores e na humanização do cuidado.

“Nosso objetivo é entregar mais saúde, com qualidade, segurança e responsabilidade pública, reafirmando o compromisso do Hospital Galileu com a população paraense”, conclui Paula Narjara.

Cirurgia - Entre os principais procedimentos realizados no centro cirúrgico da unidade, gerenciada pelo Instituto de Saúde Social e Ambiental da Amazônia (ISSAA), estão a retirada de placas e parafusos, osteossínteses, alongamento ósseo e cirurgias por vídeo, como videolaringologia e retirada de cateter duplo J.

“Essas intervenções devolvem qualidade de vida e autonomia a quem enfrentava limitações físicas e dores que comprometem sua rotina. Cada cirurgia representa uma esperança renovada de retomar atividades simples do dia a dia com mais saúde e bem-estar”, destaca a enfermeira Kamila Rosa, coordenadora do centro cirúrgico.

Serviço - O Hospital Público Estadual Galileu, gerenciado pelo Instituto de Saúde Social e Ambiental da Amazônia (ISSAA) em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), conta com 104 leitos de internação e oferece serviços especializados, como reconstrução e alongamento ósseo, cirurgias de traqueia e procedimentos urológicos, incluindo tratamento da hiperplasia prostática benigna, exclusão renal e triagem com biópsia de próstata.

Texto de Roberta Paraense