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Número de partos na Maternidade da Santa Casa do Pará reforça a importância da instituição para o Estado 

Sexto hospital mais antigo do Brasil em atividade e maior maternidade pública da região norte, teve uma média de 760 partos/mês no primeiro semestre de 2023

Por Samuel Mota (SANTA CASA)
14/07/2023 14h10

No primeiro semestre deste ano a maternidade da Santa Casa realizou 4.565 partos normais e cesáreos, número que posiciona o hospital como uma das referências na área materna para o Estado paraense, que atende aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), e é porta aberta para obstetrícia com atendimentos para casos de média e alta complexidade.

“Realmente 2023, a gente começou com a nossa Maternidade lotada, nossa urgência com uma demanda muito grande, onde o exercício da instituição é fazer esse giro de leito e de atendimento de forma que possamos atender a necessidade de nossa população. É um exercício bem árduo, mas a gente tem trabalhado com a equipe do hospital para desenvolver e enxergar essa necessidade de nossos usuários, de otimizar os nossos processos para que os nossos resultados venham com mais segurança e de uma forma mais ágil. E esse é o objetivo para que possamos ofertar mais leitos à população e ter essa instituição gigante como um aparelho de utilização de nosso povo”, destaca a médica Norma Assunção, diretora técnica assistencial da Fundação Santa Casa. 

Antônio de Pádua, enfermeiro obstetra da área de Urgência e Emergência da Santa Casa, relata que a instituição é referência obstétrica em alta complexidade para o Estado do Pará. “E torna-se uma via de atendimento para todas as necessidades obstétricas dos municípios em geral, por conta da fragilidade de assistência em alguns lugares”.

”Outro fator é a qualidade da assistência prestada na Santa Casa, onde se tem uma equipe altamente qualificada, com materiais e equipamentos de 1ª linha, ambientes saudáveis, práticas obstétricas de internação e de cuidados, que favorecem a preferência das usuárias em obstetrícia”, completou. O enfermeiro reforça ainda que “mesmo com a sobrecarga de trabalho e o excesso de pacientes, os profissionais da Santa Casa procuram sempre dar a melhor assistência, entre partos normais ou cirúrgicos, procedimentos em programas da Atenção Materno Infantil do Ministério da Saúde, em partos e nascimento humanizado, com respeito e satisfação dos usuários”.

A dona de casa Fernanda da Silva, moradora de Ulianópolis, sudeste do estado, teve sua segunda filha na Santa Casa, após ser encaminhada para Belém. Mãe pela segunda vez, diz que é muito bom ser mãe. “Essa é a segunda filha que Deus me deu e tive aqui por conta dos vários recursos que necessitava e fui transferida para cá. Aqui me senti totalmente melhor. Aqui têm mais recursos e o atendimento é ótimo. Quero sempre agradecer por ter sido bem acolhida na Santa Casa”. 

Relevância populacional - Desde o último censo em 2010 até o realizado no ano passado, a Santa Casa do Pará realizou 106.803 partos. O que significa que esse universo de nascimentos, nestes últimos anos, seria superior à população de 130 dos 144 municípios paraenses, de acordo com o último censo do IBGE. Entre os quais: Capanema, Tucuruí, Redenção, Salinópolis, Oriximiná, São Miguel do Guamá, Óbidos, Soure, entre outros. 

Uma das maiores maternidades do Norte do Brasil, em 2022, realizou 35.332 atendimentos a mulheres na área de urgência e emergência, e 7.965 partos normais e cesáreos. A maternidade, que há décadas é referência para a população, representa segurança no atendimento aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

A médica Norma Assunção, diz que a Santa Casa, por ser uma instituição secular, e o primeiro hospital desse Estado, por si só já tem uma importância muito grande. "E olhando pelo prisma da maternidade, que é a nossa linha de referência para o Estado, tem importância tanto numérica quanto qualitativa da nossa população, porque o número de nascidos é muito expressivo em referência à nossa população”.

“Se formos vasculhar o passado, temos nascimento de pessoas ilustres dentro da Instituição. Governadores e pessoas influentes já nasceram na Santa Casa. A valorização do nascimento é um dos maiores nortes da nossa instituição e temos um caminho muito grande pela frente. Esse hospital tem uma referência muito grande dentro do nosso Estado”, destaca a diretora técnica assistencial Norma Assunção.


Ascom/ Fundação Santa Casa