Operação Verão termina com ampla participação do Centro de Perícias Científicas

02/08/2021 16h45 - Atualizada em 02/08/2021 17h47

O Centro de Perícias Científicas Renato Chaves (CPCRC) teve participação ativa na Operação Verão 2021, que reuniu todos os órgãos de segurança pública para promover a tranquilidade aos veranistas nos principais balneários e praias do Estado durante as férias escolares. Após um mês, a colaboração da perícia criminal na força-tarefa foi de 214 exames periciais nos postos destacados de Salinópolis, Mosqueiro, Salvaterra, Cametá e Marudá, em que produziu os laudos técnicos para atuação da Polícia Civil (PC), no combate à criminalidade nessas localidades.

Do número total dos exames periciais, 92 foram solicitações destinadas ao Instituto Médico Legal (IML), sendo que a maioria delas, 66, foram relacionadas a casos de lesão corporal, 17 exames de necrópsias e as demais distribuídas entre perícias de sexologia, clínicos e análise pericial de custodiados apreendidos pelas polícias civil e militar em operações pelos balneários e praias nesses cinco finais de semana das férias escolares.

Já as perícias de competência do Instituto de Criminalística (IC) totalizaram 122, sendo que 48 destes correspondiam aos exames de drogas de abuso concernentes ao combate ao tráfico de drogas nas localidades que abrangeram a Operação Verão, organizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup). Além destas, 29 perícias veiculares, 21 solicitações destinadas ao setor de balística, sete de local de crime e os demais procedimentos para a perícia de crimes ambientais, dosagem alcoólica e engenharia.

Entre os municípios que mais foram atendidos pela perícia criminal, a partir das solicitações policiais, Salinópolis se destacou com 107 exames, seguido por Mosqueiro com 65 perícias, Cametá com 26, Salvaterra com nove e, por fim, Marudá com sete. “Em todas essas localidades tivemos nossas equipes de peritos e auxiliares que atenderam as ocorrências, promovendo a prova técnica para que a polícia judiciária pudesse atuar no combate a criminalidade”, disse o perito criminal Celso Mascarenhas, diretor-geral do CPCRC.

Por Alexandre Cunha (CPC)