Terminal Hidroviário de Belém reforça o cumprimento dos protocolos de saúde em 2021

No ano passado, o espaço registrou um total de 574.408 usuários

06/01/2021 09h56 - Atualizada em 06/01/2021 12h13

Administrado pela Companhia de Portos e Hidrovias do Pará (CPH), o Terminal Hidroviário de Belém (THB) fechou 2020 com o total de 574.408 usuários, uma queda de cerca de 32% em relação a 2019, quando 846 mil pessoas passaram pelo espaço. A redução no número de passageiros tem uma explicação: a pandemia causada pela Covid-19. Para proporcionar conforto e segurança nas viagens, a CPH reforça o cumprimento dos protocolos estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde (OMS) em 2021.

Segundo Abraão Benassuly, presidente da CPH, todas as medidas preventivas são tomadas com o máximo de cuidado, respeito e carinho para preservar a saúde dos usuários que transitam pelo Terminal.

“Realizamos desinfecções, distribuímos álcool em gel por todos os espaços do porto, temos máscaras de proteção reservas, garantimos o distanciamento social tanto das poltronas que possuem demarcação, assim como nas filas, que obedecem ao distanciamento de um metro de distância de um passageiro para o outro”, explica Benassuly. 

Todos os usuários que chegam ou partem via THB passam por aferição de temperatura e são orientados por técnicos em saúde da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) sobre a Covid-19.

Fiscais da Companhia também utilizam máscaras, luvas, e fazem o uso de álcool em gel para atender aos passageiros. Além disso, foram afixados cartazes sobre dicas de prevenção da doença por todo o espaço e o sistema de som do THB orienta, minuto a minuto, para que os passageiros cumpram o distanciamento de segurança e utilizem máscaras.

VIAGENS

Em 2020, o THB realizou 5.249 viagens, sendo 2.642 embarques e 2.607 desembarques. Foram registrados 574.408 passageiros ao longo do ano, o que dá uma média de 47.867 pessoas por mês e 1.574 por dia. Os destinos mais procurados pelos usuários no ano passado foram Porto Camará, Ponta de Pedras, Soure, e Cachoeira do Arari, no arquipélago do Marajó, e Macapá, no Amapá.  

Ainda de acordo com o relatório da Companhia, em 2014, o THB recebeu 296 mil passageiros; em 2015, foram 534 mil; em 2016, 563 mil; 2017, 588 mil usuários. Já em 2018, foram 743 mil passageiros e 2019 foram registrados mais de 846 mil usuários, aumento de 15% em relação a 2018. A média mensal de passageiros passou de 62 mil em 2018 para 71 mil em 2019. Julho de 2019 foi o mês mais movimentado no Terminal, quando foram registrados 3.221 passageiros por dia e 128.700 mil no mês. Desde a entrega do local, em 2014, mais de 4 milhões de pessoas já passaram pelo espaço.

AMPLIAÇÃO

O Terminal Hidroviário deve ganhar, em breve, o terceiro conjunto naval, que compreende plataforma, rampa metálica articulada e flutuante. Os equipamentos serão instalados em frente ao galpão 10 da Companhia de Docas do Pará. Com a medida, o Terminal de Belém deve aumentar em 30% o número de embarques e desembarques de passageiros, além de ampliar a capacidade física em 50%.

SERVIÇO

O Terminal Hidroviário de Belém funciona todos os dias da semana, das 6h às 20h, com oito linhas fluviais, sendo seis intermunicipais e duas interestaduais. Ao todo, 21 embarcações atendem as linhas, que são oferecidas por 13 empresas de navegação.

As intermunicipais fazem o trajeto Belém – Camará – Belém; Belém – Soure/Salvaterra – Belém; Belém – Cachoeira do Arari – Belém; Belém – Santa Cruz do Arari – Belém; Belém – Ponta de Pedras – Belém e Belém – Mocajuba - Belém. Já as interestaduais operam o percurso Belém – Macapá – Belém e Belém – Manaus – Belém. 

Essas linhas atendem ainda 20 localidades entre os estados do Pará, Amapá e Amazonas. São elas: Almeirim-PA, Belém-PA, Breves-PA, Cachoeira do Arari-PA, Camará-PA, Gurupá-PA, Itacoatiara-AM, Juruti-PA, Macapá-AP, Manaus-AM, Mocajuba-PA, Monte Alegre-PA, Óbidos-PA, Parintins-AM, Ponta de Pedras-PA, Prainha-PA, Salvaterra-PA, Santa Cruz do Arari-PA, Santarém-PA e Soure-PA.

*Com informações da assessoria da Companhia de Portos e Hidrovias do Pará (CPH).

Por Giovanna Abreu (SECOM)