Sejudh realiza entrega de cestas básicas a mulheres de Castanhal

15/12/2020 18h01 - Atualizada em 15/12/2020 18h41
Por Gerlando Klinger (SEJUDH)

Mulheres de comunidades quilombolas, de um terreiro e de uma agrovila em Castanhal, nordeste paraense, receberam nesta terça-feira (15) mais de 200 cestas básicas doadas pela Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos. A distribuição foi realizada pela Coordenadoria de Integração de Políticas para as Mulheres, vinculada à Sejudh, depois de parceria institucional com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos que ofertou os mantimentos ao Pará.

Desde a semana passada, três cidades já receberam as doações. A Vila de Boa Vista, Ananindeua e Marituba, na Região Metropolitana de Belém (RMB), já foram comtempladas. Ainda esta semana, Capanema, Tracuateua, Bragança e Augusto Corrêa estão na rota de entrega das cestas básicas.

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Um dos primeiros a chegar à Casa dos Conselhos de Castanhal, Antônio Nazareno, que é membro do Ilê Axé Shangô Badé e Ogum Megê – Terreiro Sete Flechas, no bairro do Apeú, buscou as cestas de mantimentos para entregar às suas irmãs de santo. “Em um momento de pandemia, a doação de alimentos é muito importante para elas que são donas de casa ou estão desempregadas”, pontuou.

Responsável por organizar a distribuição em Castanhal, Janete Oliveira, explicou que levou em consideração a situação de vulnerabilidade de cada pessoa. “Optamos estrategicamente por averiguar a situação de cada mulher: as de quilombo, de terreiros e as que vivem em agrovilas da cidade”, afirmou.

Por conta de um decreto da Prefeitura de Castanhal - que restringe reuniões com mais de 10 membros -, as entregas tiveram que ser feitas de forma individual. Estiveram presentes a responsável pela CIPM, Márcia Jorge, e a chefe de gabinete da instituição, Claudilene Maia que, naquele ato, representou o titular da Sejudh, Alberto Teixeira.

Agrovila de Bacabal – Distante 20 km do centro da cidade, 23 famílias foram contempladas pela entrega de cestas básicas. Ao lado da representatividade local, a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos foi até a comunidade e fez a distribuição dos mantimentos às lideranças da agrovila.

Dona Maria Germana Freitas, a primeira moradora de Bacabal, recebeu a equipe em sua residência e ficou feliz por poder ajudar, ainda que minimamente, as desigualdades do lugar. “Muito feliz porque estamos distantes da cidade e qualquer ajuda, nesse momento de doença, é muito bem vinda”, pontuou.