Estado nomeia primeiros professores concursados da Fundação Carlos Gomes

07/07/2020 21h42 - Atualizada em 07/07/2020 22h14
Por Dayane Baía (SECOM)

A superintendente da FCG, Glória Caputo, o governador Helder Barbalho e a primeira-dama, Daniela Barbalho: momento histórico para a formação musical no EstadoSerá publicada nesta quarta-feira (8), no Diário Oficial do Estado, a relação dos 60 primeiros professores efetivos da Fundação Carlos Gomes (FCG). O decreto de nomeação foi assinado nesta terça (7), pelo governador Helder Barbalho. O grupo foi aprovado para 39 cargos de nível superior do Concurso Público C-180. A convocação obedece os trâmites da Lei nº 9.044, de 4 de maio deste ano, sobre a reorganização da instituição, que também estabelece o retorno do vínculo institucional à Secretaria de Estado de Educação (Seduc).

"A Fundação Carlos Gomes é uma referência da música e da formação musical do nosso Estado. É uma satisfação nomear os primeiros professores efetivos da história da fundação, criada em 1986. É com grande alegria que desejamos sucesso aos 60 novos colaboradores, que estarão se somando a nós para servir ao Estado do Pará. Sejam bem-vindos", disse Helder Barbalho.

O concurso foi aberto em julho de 2018, quando não existiam as funções, falha que foi corrigida pela atual administração. Com o ajuste, será possível regulamentar, junto ao Ministério da Educação (MEC), o bacharelado em Música, para formar, posteriormente, novos músicos. O resultado final homologado proveu vagas de professor de música, professor auxiliar e técnico em música.

“É um momento histórico para nós, porque é primeira vez que vamos ter professores no quadro. É de uma importância enorme termos professores já com as funções legalizadas e também cumprir as exigências de órgãos como o Ministério da Educação e o Conselho Estadual de Educação, que determinam que o bacharelado tenha um quadro permanente”, afirma a superintendente da FCG, Glória Caputo.

Segundo a Lei 9.044, a principal missão da FCG é a formação musical no Estado, desenvolvendo atividades na área de ensino, extensão e pesquisa. “A Fundação Carlos Gomes nunca deveria ter sido desvinculada da Secretaria de Educação, porque somos ligados à educação. Temos um curso técnico e temos um bacharelado. Sempre pertencemos à Secretaria de Educação e voltamos à origem”, diz a superintendente.