Seplad apresenta projeto do Centro Especializado em Transtorno do Espectro Autista

Local será implantado pelo governo do Estado no bairro da Batista Campos, em Belém

03/02/2020 10h26 - Atualizada em 03/02/2020 16h04
Por Luana Leite (SEPLAD)

Projeto arquitetônico foi elaborado por arquitetas da SepladFoi apresentado pela Secretaria de Estado de Planejamento e Administração (Seplad) o projeto arquitetônico do Centro Especializado em Transtorno do Espectro Autista (Cetea), que será implantado pelo governo do Estado, no prédio vinculado a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), órgão gestor do local, no bairro de Batista Campos, em Belém.

O projeto foi elaborado pelas arquitetas Monica Piedade e Alliny Assef, da Seplad, após um estudo realizado junto ao grupo de trabalho do Cetea, que é conduzido por servidores do Estado e apoiadoras da causa. “Visamos o aproveitamento máximo da estrutura do prédio existente em consonância ao programa de necessidades do referido Centro, para que os custos não fossem elevados e houvesse maior celeridade para andamento da obra”, declarou Mônica Piedade, arquiteta responsável.

O Centro será referência no Pará, sendo modelo de atuação para outros municípios que poderão oferecer atendimento especializado e responsável a crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Grupo de trabalho do CeteaA titular da Seplad e coordenadora do grupo de trabalho, Hana Ghassan, acompanha o andamento da obra e falou sobre as primeiras impressões do que já foi apresentado.

“O projeto está maravilhoso, dentro das nossas perspectivas e do atendimento que deve ser oferecido aos familiares e portadores do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Esse investimento é de grande valia para o Estado, além de servir também como exemplo para os municípios, que, ao implantarem o projeto, vão trazer mais dignidade aos que tanto precisam desses serviços”, enfatizou Ghassan.

O Centro, que objetiva o acolhimento, formação e atendimento digno, inclusivo e responsável vai oferecer as especialidades de fonoaudiologia, psicologia, terapia ocupacional e pedagogia, com a colaboração das universidades parceiras na formação e disseminação de conhecimentos referentes ao TEA.