EGPA passa por avaliação do Conselho Estadual de Educação

Escola de Governança pleiteia uma graduação presencial e outra a distância, além da validação do curso técnico

18/10/2019 10h21 - Atualizada em 18/10/2019 10h59
Por Isabela Quirino (EGPA)

Desde a última quarta-feira (16), a Escola de Governança Pública do Estado do Pará (EGPA) está sendo avaliada pelo Conselho Estadual de Educação. O objetivo é renovar o reconhecimento institucional, além de reconhecer o curso técnico subsequente e dar a possibilidade para a EGPA de uma graduação presencial e outra a distância. Na quinta (17), o conselho visitou as instalações da escola, como parte da agenda de avaliação, que segue até esta sexta-feira (18).

“Em 2014, a EGPA recebeu a primeira avaliação institucional e, após esses cinco anos, está passando pelo processo de renovação”, explicou Flávio Solano, responsável técnico dos cursos do Centro de Graduação e Cursos Profissionalizantes (CPG). “Durante esses dias, o conselho avalia as dimensões pedagógicas, infraestrutura, corpo técnico administrativo e planejamentos educacionais, para a elaboração de um relatório final”.

Nos últimos meses, a EGPA realizou adaptações estruturais na instituição, principalmente voltadas para a questão da acessibilidade. Agora, a escola conta piso tátil, placas indicadoras em braile e um computador todo em braile disponível para uso na biblioteca, além de banheiros, acesso no auditório e laboratórios para Pessoas com Deficiência.

A EGPA também atualizou o laboratório com 25 novos computadores e construiu uma sala de convivência para servidores, professores e alunos. “Se alguém for passar o dia todo em curso, agora temos uma estrutura mais confortável e acolhedora para os momentos de intervalo”, disse a diretora de Administração e Finanças, Lilian Costa.

Um resultado positivo desse relatório, com todas as autorizações, trará a possibilidade de entrar na educação superior presencial e a distância, uma grande conquista para todo o Estado. “Poderemos atingir o Pará inteiro, regionalizar e interiorizar os cursos formais que estarão disponíveis pela escola”, garantiu Flávio Solano.