Cosanpa atende mais de 1,6 mil pessoas em Santarém

07/10/2019 13h45 - Atualizada em 07/10/2019 14h10
Por Tayná Horiguchi (COSANPA)

Encerrou no domingo (6), em Santarém, no oeste paraense, a ação de negociação de débitos promovida pela Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa). Durante os oito dias de campanha, 1.641 moradores do residencial Salvação foram atendidos, 121 hidrômetros passaram por manutenção e 12 vazamentos foram retirados.

Procura por negociação foi intensa em SantarémDesde que foi entregue em 2016, a Cosanpa opera os sistemas de abastecimento de água e atendimento de esgoto do residencial. Porém, das 3.091 residências, cerca de 80% estavam inadimplentes com o órgão estadual. Para estimular o pagamento das contas, foi realizada a campanha inédita: a cada fatura paga pelo cliente, o débito mais antigo é cancelado. Com os contratos firmados, a inadimplência deve diminuir pela metade.

“Achei muito bom. Eu estava guardando os talões para pagar, porque meu marido está desempregado e já estava virando uma bola de neve. Como eu sempre economizei, minha conta estava vindo entre R$ 26 e R$ 30. Agora, vai ser uma ajuda para eu pagar o que estava devendo”, comemorou Maria Nogueira, moradora do residencial.

Dayane Braz também firmou o acordo e pretende quitar todas as contas a partir de agora para não perder o benefício. “Isso foi uma ideia muito boa, ótima para as pessoas que estavam sem condições de sanar as dívidas acumuladas. Muita gente veio e eu também estou mais tranquila agora. O atendimento foi excelente. Eu achei que foi uma ótima oportunidade para todos”, disse.

De acordo com o gerente de Recuperação de Débitos da Cosanpa, Robson Querino, o resultado foi tão positivo que a Companhia pretende levar a campanha para outras cidades do Pará. “Já estamos analisando a possibilidade de ampliar essa negociação para outros municípios e dar uma nova oportunidade para que os moradores de residenciais desse programa do governo federal, que acumularam débitos ao longo dos últimos anos, possam ficar em dia com a Cosanpa”, afirmou.