Governo do Estado consolida avanços na mobilidade da Região Metropolitana no primeiro ano do viaduto da Mário Covas
Elevado reduz pontos de retenção no tráfego intermunicipal e integra conjunto de seis obras de fluidez construídas pelo NGTM
O cruzamento das avenidas Mário Covas e Independência, em Belém, passou a contar com uma nova estrutura para a circulação de veículos, há um ano. O viaduto Pastor Gilberto Marques, entregue pelo governo do Pará, por meio do Núcleo de Gerenciamento de Transporte Metropolitano (NGTM), faz parte das mudanças de mobilidade urbana realizadas na Região Metropolitana de Belém para reorganizar o trânsito entre a capital e Ananindeua.
Com a estrutura em funcionamento, os motoristas foram beneficiados com uma alternativa para realizar determinados movimentos de tráfego no cruzamento, que concentra deslocamentos entre diferentes áreas da Região Metropolitana. A obra foi planejada para contribuir com a distribuição do fluxo de veículos e reduzir os conflitos entre trajetos que se cruzam no mesmo nível da via.
O equipamento beneficia mais de 30 mil pessoas que circulam diariamente pela região. O alcance da intervenção está relacionado à importância das avenidas Mário Covas e Independência para os deslocamentos cotidianos de quem utiliza o viaduto.
“Há um ano, o viaduto Pastor Gilberto Marques passou a fazer parte da rotina de quem circula entre Belém e Ananindeua, beneficiando mais de 30 mil pessoas. Essa obra integra os investimentos do governo do Pará, por meio do NGTM, para melhorar a mobilidade urbana, organizar o fluxo de veículos e oferecer mais alternativas de deslocamento à população. Além da transformação viária, as intervenções incluem melhorias nas vias do entorno, com serviços de pavimentação e acessibilidade que contribuem para a circulação de motoristas, pedestres e para a valorização dos bairros”, destacou o secretário de Infraestrutura e Logística e diretor-geral do NGTM, Adler Silveira.
Estrutura e dimensões
O viaduto Pastor Gilberto Marques possui 350 metros de extensão, 14 metros de largura e 5,5 metros de altura. Essas dimensões integram a configuração da obra implantada para organizar o trânsito no cruzamento das duas avenidas.
A infraestrutura permite que os veículos sigam por caminhos diferentes sem precisar cruzar todos no mesmo ponto. Isso ajuda a reduzir os conflitos no trânsito, facilita a circulação e contribui para tornar o deslocamento de motoristas mais seguro e organizado. Os resultados de uma obra desse tipo dependem não apenas da estrutura elevada, mas também da organização do trânsito nas vias de acesso, da sinalização e das condições dos trechos próximos.
O funcionamento do viaduto também depende da situação do trânsito nas ruas e avenidas próximas. A sinalização, a organização dos cruzamentos e o volume de veículos nos horários de maior movimento influenciam na circulação e ajudam a entender como o trânsito funciona em toda a região.
Obra mobilizou mais de 300 trabalhadores
As obras do viaduto começaram em 2024 e envolveram mais de 300 trabalhadores, em empregos diretos e indiretos. Durante a construção, foram gerados postos de trabalho, movimentados serviços e fornecimentos de materiais ligados à construção civil, contribuindo para a geração de renda.
A entrega do viaduto Pastor Gilberto Marques representou mais uma etapa dos investimentos do governo do Pará na mobilidade urbana da Região Metropolitana de Belém. Este foi o quinto viaduto entregue em dois anos, como parte das ações para melhorar o trânsito.
O nome da estrutura homenageia o pastor Gilberto Marques, líder religioso paraense que morreu em 2024, aos 81 anos. A denominação vincula a obra à memória de uma personalidade religiosa do Pará.
Mobilidade urbana exige planejamento integrado
É importante comparar como era o trânsito antes e depois da construção. Informações como o tempo gasto nos trajetos, a formação de filas, a quantidade de veículos e os registros de acidentes ajudam a entender os efeitos do viaduto na circulação.
No caso do viaduto Pastor Gilberto Marques, o primeiro ano de funcionamento permite observar como a estrutura é utilizada pelos motoristas e como ela se conecta às avenidas Mário Covas e Independência. A melhoria da mobilidade na Região Metropolitana de Belém também depende de outras ações, como pavimentação das ruas, sinalização, construção e recuperação de calçadas que integram o projeto dos viadutos e valorizam os bairros onde estão localizados.
Essas medidas contribuem para facilitar os deslocamentos de motoristas, pedestres e passageiros durante a construção dos viadutos, além de valorizar as residências dos moradores no entorno das obras.
O tempo com a família e a chegada em casa da funcionária pública, Sandra Oliveira, agora é outro, após o viaduto. “A construção desse viaduto melhorou bastante o trânsito, principalmente em relação ao tempo de deslocamento e a mobilidade do trajeto entre Belém e Ananindeua. Hoje, esse percurso ficou mais rápido, tranquilo e prático, facilitando muito a minha vida pra chegar em casa e de quem passa aqui diariamente. É muito bom perceber como esse tipo de obra pode fazer a diferença no dia a dia das pessoas”, comemorou.
Em três anos, 5 viadutos em funcionamento e o 6º em obras
Entre os viadutos entregues pelo governo do Pará está o viaduto Ananin, inaugurado em julho de 2023, no cruzamento da BR-316 com a avenida Ananin. O viaduto da Alça Viária, com 720 metros de extensão e 14 metros de largura, concluído antes do prazo previsto em dezembro de 2024. O viaduto da avenida Independência com a BR-316, em abril de 2025 e na avenida Três Corações e com a avenida Independência, inaugurado em maio de 2025.
O viaduto da Avenida João Paulo II com a Avenida Doutor Freitas está sendo construído para melhorar a circulação de veículos em um dos principais cruzamentos de Belém. A estrutura terá 345 metros de extensão, 5,5 metros de altura e quatro faixas pavimentadas, sendo duas em cada sentido. Com a pista elevada, os motoristas que trafegam pela Avenida João Paulo II poderão seguir viagem sem precisar parar no cruzamento com a Avenida Doutor Freitas.
Na parte inferior do viaduto, será construída uma rotatória para permitir o acesso dos condutores às avenidas Perimetral e Doutor Freitas. A ligação entre essas duas vias também será mantida por meio da rotatória, garantindo a continuidade dos deslocamentos na região.
Texto: Ascom NGTM

