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OPERAÇÃO ANTÍTESE

Polícia Civil cumpre mandados de busca e apreensão por homicídio qualificado e autua suspeito em flagrante por tráfico

Operação investiga um homicídio qualificado ocorrido em janeiro de 2024, em Abaetetuba, crime que seria um ato de retaliação de uma facção criminosa

Por Esther Pinheiro (PC)
14/04/2026 13h09

A Polícia Civil, por meio da Superintendência do Baixo Tocantins, Delegacia de Abaetetuba, Delegacia de Homicídios de Abaetetuba e do Núcleo de Apoio à Investigação (NAI) de Abaetetuba, deflagrou, nesta terça-feira (14), a operação “Antítese", com o objetivo de dar cumprimento a dois mandados de busca e apreensão, expedidos pela Vara Criminal de Abaetetuba, decorrentes do desdobramento de inquérito policial que investiga o homicídio ocorrido em janeiro de 2024, tendo um homem como vítima. 

As apurações revelaram que o crime foi um ato de retaliação de uma organização criminosa contra a suposta morte de um dos integrantes, em que a vítima, morta em janeiro, teria sido o autor do fato. Durante a busca na casa do alvo, este teria quebrado o seu telefone celular e feito seu filho como escudo humano no momento da abordagem, mas foi contido pelos agentes. 

Segundo Mhoab Khayan, superintendente do Baixo Tocantins, durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão, a equipe policial localizou entorpecentes. “Foi encontrado um pote contendo 42 porções pequenas e uma porção média de substância análoga à maconha e foi dada voz de prisão em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. Diante dos fatos, o preso foi conduzido para a unidade policial, para a realização dos procedimentos legais cabíveis e encontra-se à disposição da Justiça”, explicou o delegado. Além disso, também foram apreendidos dois aparelhos celulares.

As investigações prosseguem com o intuito de revelar todos os envolvidos no homicídio. Qualquer informação que possa auxiliar nas investigações, a população pode entrar em contato com o Disque-Denúncia (181) ou enviar fotos, vídeos, áudios e localizações para a atendente virtual “Iara”, via WhatsApp, no número (91) 3210-0181. O sigilo é garantido.

*Texto de Jacqueline Costa, estagiária, sob supervisão de Esther Pinheiro (Ascom PCPA)