Hospital da Transamazônica abre ano com mais de 99,80% de aprovação e reforça acolhimento humanizado
Maior unidade de saúde do Sudoeste do Pará, HRPT figura é referência para mais de meio milhão de pessoas
Garantir o bem-estar de quem precisa ser internado e ficar longe do aconchego de casa é uma das missões de Thaís Oliveira. Supervisora de Atendimento ao Usuário, setor que funciona como Ouvidoria do Hospital Regional Público da Transamazônica (HRPT), em Altamira, Sudoeste do Pará, a colaboradora coordena o Acolhimento Humanizado, projeto que acompanha o paciente da admissão à alta. “Quando a gente entra no quarto, o paciente se sente feliz em receber nossa visita, porque a gente faz a escuta da história de vida dele. O paciente se sente mais confortável”, pontua.
Posicionado como um dos hospitais públicos mais bem avaliados do Pará, o Regional da Transamazônica inicia o ano com alto índice de aprovação. Pesquisa recente, realizada pelo Serviço de Atendimento ao Usuário (SAU-Ouvidoria) aponta que os serviços são classificados com "bom" ou "ótimo" por 99,82% do público atendido diariamente. O levantamento considera os 31 primeiros dias do ano e ouviu 1.051 pacientes e acompanhantes. A Ouvidoria do HRPT conduz outros dois projetos de humanização hospitalar: Conversa Com o Usuário, logo no início da internação, com representantes de setores diversos e explicações sobre normas, direitos e deveres dentro da unidade; e Beira do Leito, visitas constantes ao longo de toda a estada. “Nessas escutas, o paciente dá um retorno muito positivo em relação às nossas visitas”, completa Thais Oliveira.
A assistente social Monique de Paula Santos Paixão acompanha a filha, de doze anos, Alexia Paixão, que deu entrada na Pediatria para uma cirurgia de vesícula. Foi a primeira vez que a Monique teve contato com o HRPT. “Eu confesso que me surpreendi com o atendimento, não esperava que fosse um atendimento de excelência, porque a gente tem certo preconceito com a coisa pública. A gente está num lugar que dá para se sentir à vontade, a gente precisa de empatia, e aqui me senti bem acolhida, me surpreendi”, elogia.
Para a dona de casa Ana Cleide Silva, o Hospital Regional Público da Transamazônica se destaca, além dos atendimentos assistenciais, pelas campanhas que realiza. “Eu fiz aqui exame de mamografia e o hospital faz muito bem essas ações. E não é só para mulher, não. Tem também para homem que precisa se valorizar e se respeitar. A gente tem esse privilégio porque esse hospital é muito importante para a gente”, avalia.
Elogios, além de críticas e sugestões, podem ser feitos diretamente no hospital ou pelo OuvSUS, no número 136. O HRPT também disponibiliza a pesquisa quando o paciente é visitado pelas equipes do Serviço de Atendimento ao Usuário. No chamado beira-leito, mesmo acamado, o paciente pode avaliar a unidade com equipes que se deslocam até as alas de internação.
Texto: Ascom/ Hospital Regional Público da Transamazônica
