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Sectet certifica alunos dos cursos de Informática e Robótica na Eetepa Vilhena Alves

Estudantes concluíram os cursos de Informática Básica e Avançada, Robótica, Modelagem e Impressão 3D, que abrem portas para o mercado de trabalho

Por Bruna Ribeiro (SECTET)
02/02/2026 12h41
Concluintes em evento que celebrou a formação feita na a Escola Estadual de Ensino Técnico Vilhena Alvel em Belém

Reunindo estudantes de diferentes idades e trajetórias, a Escola Estadual de Ensino Técnico (EETEPA) Vilhena Alves celebrou, neste final de semana, a conquista de cerca de 40 alunos que concluíram os cursos de Informática Básica e Avançada, Robótica, Modelagem e Impressão 3D. A Sectet destaca que a educação técnica pode transformar realidades sociais para melhor, abrir portas para novas oportunidades e inspirar o aprendizado contínuo.

A celebração ocorreu no Laboratório Maker da unidade, projeto vinculado à Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia, Educação Superior, Profissional e Tecnológica (Sectet) e contou com a presença da diretora da escola, Vânia Carneiro; do corpo técnico do Amazon Maker, com o coordenador Márcio Kennedy; dos instrutores Fernanda Matos, Patrícia Lima, Haroldo Piteira e José Renato; e do apoio administrativo Maurício Almeida.

Para a diretora da escola, Vânia Carneiro, o momento simboliza mais do que a conclusão de cursos. “O Laboratório Maker é um ambiente de experimentação, criatividade e desenvolvimento de competências inovadoras. É uma satisfação participar desta certificação e ver alunos de todas as idades conquistando novos conhecimentos e oportunidades”, destacou.

A vivência no Laboratório Maker também tem impacto positivo na trajetória dos alunos, que encontram no espaço a oportunidade de integrar diferentes saberes e ampliar horizontes profissionais.

Estudantes

Entre as histórias que emocionam, está a da aluna Ruth Sarah Farias, costureira, modelista e assistente de estilo, que encontrou no curso de impressão 3D uma nova forma de unir moda, tecnologia e sustentabilidade. “Foi uma experiência única. Consegui aliar a cultura maker à moda, criando roupas em escala, acessórios, brincos e colares. Para os vestidos em pequena escala, utilizamos tecidos e materiais que seriam descartados. Isso ampliou muito a minha visão profissional, unindo tecnologia e sustentabilidade”, contou.

A tecnologia também significou autonomia e autoestima para a dona de casa Nazaré Lobato Cavalheiro, de 63 anos, concluinte do curso de Informática Básica. Para ela, a passagem pela escola técnica foi um verdadeiro divisor de águas. “Hoje eu me sinto capaz, confiante e independente. Coisas simples que antes eu precisava pedir ajuda, agora eu mesma resolvo. Esse curso mudou a forma como eu me vejo e como enfrento o meu cotidiano”, afirmou, emocionada.

Os cursos do Laboratório Maker também são ofertados em outras escolas técnicas, onde os espaços são voltados para que os alunos pratiquem suas habilidades inovadoras e coloquem em prática seus conhecimentos.

Segundo o coordenador do Amazon Maker na escola, Márcio Kennedy Ferreira, a iniciativa reforça o papel da educação técnica como ferramenta de transformação social e qualificação. “Nosso objetivo é oportunizar o aprendizado para quem deseja se qualificar em tecnologia. Esses alunos saem preparados para o mercado de trabalho, e o diploma, aliado ao aperfeiçoamento, é fundamental para um melhor posicionamento profissional”, ressaltou.

Texto de Carla Couto / Ascom Sectet