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'OPERAÇÃO VIS'

Polícias Civis do Pará e Maranhão prendem estelionatário que aplicava golpes pela internet

A investigação aponta um prejuízo financeiro de mais de R$145 mil, podendo aumentar conforme as apurações avancem. Ao todo, 14 pessoas foram vítimas do golpe no Pará

Por Laís Menezes (PC)
29/02/2024 13h49

A Polícia Civil do Pará, em conjunto com a Polícia Civil do Maranhão, realizou a "Operação Vis" e prendeu um homem acusado de estelionato eletrônico. O suspeito foi localizado e preso na última quarta-feira, 28, na cidade de Imperatriz, no estado do Maranhão, após investigações feitas pela Divisão de Combate a Crimes Econômicos e Patrimoniais Praticados por Meios Cibernéticos (DCCEP), vinculada à Diretoria Estadual de Combate a Crimes Cibernéticos (DECCC).

Conforme as investigações, o homem criou um CNPJ falso que simulava ser uma empresa de cobrança de boletos de energia elétrica da concessionária que atua no Pará. "Ele também criou um site fraudulento que induzia as vítimas a emitirem e pagarem boletos falsos, que eram depositados em sua conta bancária", explicou o delegado-geral, Walter Resende.

De acordo com a DCCEP, o criminoso fez 14 vítimas no estado do Pará, entre setembro e outubro de 2023. Até o momento os levantamentos contabilizam um prejuízo financeiro de mais de R$145 mil, podendo aumentar conforme as apurações avancem. Além disso, ele usou 38 contas bancárias diferentes, em várias instituições financeiras para praticar o crime e lesar o patrimônio das vítimas.

"É muito importante que a população faça o boletim de ocorrência, pois foi a partir dos registros de várias vítimas que conseguimos comprovar a reiteração da conduta criminosa. Também alertamos sobre a importância de consultar a URL do site no momento em que for pagar uma conta pela internet. Basta copiar aquele link em um buscador, que ele irá indicar se o site é verdadeiro ou não a partir dos comentários", ressaltou a delegada Vanessa Lee, diretora de Crimes Cibernéticos.

O preso ficará à disposição da Justiça e as investigações continuarão até que todos os envolvidos sejam identificados e responsabilizados criminalmente.