Sejudh participa de encontro para acolhimento de migrantes e refugiados

Em Manaus, evento reuniu representantes de universidades e de organizações da sociedade civil, que compartilharam experiências na promoção de respostas emergenciais

09/05/2022 09h05 - Atualizada em 09/05/2022 09h35

A Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), por meio da Coordenadoria de Erradicação do Trabalho Escravo, Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e Promoção da Migração Segura (CTETP), participou na última semana, em Manaus, do "Workshop Nacional de Boas Práticas Voltadas à Promoção de Direitos e Cidadania da População Indígena Venezuelana no Brasil", que discutiu soluções e desafios para acolhimento de indígenas.

Promovido pelo Ministério da Cidadania (MC) e pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) no Brasil, Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Cidadania (Semasc), de Manaus, o evento reuniu representantes das universidades e de organizações da sociedade civil, que juntos compartilharam suas experiências na promoção de respostas emergenciais e de soluções duradouras em benefício de indígenas venezuelanos.

“O evento tem por objetivo abordar os desafios, as respostas emergenciais e as soluções duradouras implantadas no acolhimento da população indígena refugiada e migrante da Venezuela, no Brasil, promovendo o intercâmbio de experiências entre de atores de diversos segmentos”, disse Lorena Romão, que coordena a CTETP.

A Sejudh, por meio da CTETP, articula as políticas públicas estaduais para recepcionar de forma humanizada migrantes deportados, refugiados, repatriados e não admitidos. A pasta estadual de Justiça e Direitos Humanos é quem recebe eventuais denúncias de pessoas que vivenciaram o tráfico ou trabalho escravo, acolhendo, conforme cada caso, por meio de uma rede local de atendimento.

Por Gerlando Klinger (SEJUDH)