Após decisão da Anvisa, Governo do PA anuncia a liberação de 160 mil doses de Coronavac para crianças de 6 a 11 anos de idade

Medida foi tomada em menos de 24 horas após a decisão da Anvisa e busca acelerar a imunização do público infantil

21/01/2022 11h28 - Atualizada em 21/01/2022 11h47

O governador do Pará, Helder Barbalho, informou nesta sexta-feira (21), que destinará 160 mil doses da vacina Coronavac para o público de 6 a 11 anos, após a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tomada na última quinta-feira (20), em atenção ao pedido do Instituto Butantan.

Por meio das redes sociais, Helder ressaltou que o estado foi o que mais adquiriu imunizantes produzidos pelo Instituto Butantan. “Respeitando, e a partir da decisão da Anvisa que liberou a utilização da vacina do Butantan, a Coronavac, para crianças e adolescentes de 6 anos até 17 anos de idade, o Pará – que foi o que mais comprou vacina com recursos do estado para impulsionar a vacinação – vai aproveitar disto, já que tem vacina disponível, para imediatamente disponibilizar 160 mil doses a todos os 144 municípios para as crianças de 11 a 6 anos de idade”, afirmou o governador.

A medida tomada em menos de 24 horas após a decisão da Anvisa e busca acelerar a imunização do público infantil. “Vamos poder ampliar e agilizar para que todas as crianças com esta faixa de idade, de 11 a 6 anos, possam receber esta vacina e com isso se proteger. Portanto, acompanhe no seu município. Alô, garotada, prepara o braço, se proteja. A vacina é vida. É ciência. Vamos nos proteger para vencer a pandemia”, enfatizou Helder Barbalho.

O Instituto Butantan solicitou a liberação à Anvisa para menores de 18 anos após estudos de efetividade e segurança do imunizante. A Agência autorizou para a faixa de 6 a 17 anos. A fórmula é a mesma para o público adulto e a administração é em duas doses, no intervalo de 28 anos.

O calendário de vacinação no Pará ocorre conforme a disponibilidade nos municípios, mas já está liberado para crianças acima de 5 anos que até então estão recebendo a vacina da Pfizer.

Por Dayane Baía (SECOM)