Sejudh e Banpará discutem linha de crédito para jovens empreendedores

Termo de Cooperação Técnica deve garantir, de forma permanente, a participação da juventude na economia local

13/07/2021 12h40 - Atualizada em 13/07/2021 19h35

Nesta terça-feira (13), a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) e o Banco do Estado do Pará (Banpará) discutiram a implantação de um projeto que visa garantir crédito para as juventudes em todo o Pará. O encontro alinhou a parceria, por meio de um Termo de Cooperação Técnica, que vai garantir, via Sejudh, a participação de jovens empreendedores.

O encontro contou com a participação do titular e do adjunto da pasta de Justiça e Direitos Humanos, José Francisco Pereira e Valber Milhomem, respectivamente; do gerente de promoção dos direitos da juventude, Flávio Moreira de Paula; do diretor jurídico da Sejudh, Tiago Brito; além de dois representantes do Banpará, o superintendente de fomento, Armindo Tavares, e o Gerente de Negócios de Fomento, Gabriel Ladeia.

O projeto "Juventude Empreendedora – Pará" terá o objetivo de oferecer uma linha de crédito permanente às juventudes, a fim de garantir o fomento ao empreendedorismo dos mais variados segmentos das juventudes.

Neste primeiro momento, cerca de 90 jovens que participaram do curso ‘Juventudes Empreendedoras 2.1’ estarão aptos a acessarem a linha de crédito que será oferecida pelo Banpará. Em seguida, outros seguimentos terão acesso ao empréstimo, mediante participação em cursos que sejam validados pela Gerência de Promoção dos Direitos da Juventude, da Sejudh.

Flávio Moreira de Paula, coordenador da Gerência da Juventude da Sejudh, ressaltou a importância da parceria entre a Sejudh e o Banpará. “Terá o impacto muito significativo na vida de milhares de jovens que sonham em ser empreendedores e que também trabalhem no segmento cooperativista e associativista. Uma grande conquista para as juventudes paraense e agradecemos a sensibilidade do governador Helder Barbalho em atender nossos jovens nesse segmento de empregabilidade, geração de renda e perspectiva de futuro”, afirmou.

Por Gerlando Klinger (SEJUDH)