Policlínica Metropolitana reduz gastos do Estado com energia elétrica com o uso de energia solar

A produção do sistema instalado no telhado do prédio permite uma economia de até 40% nas despesas de consumo da luz elétrica

08/07/2021 12h33 - Atualizada em 08/07/2021 15h00

Policlínica Metropolitana, no bairro do Marco, se beneficia da energia solar fotovoltaica em suas instalações e reduz gastos do Estado Entregue em fevereiro, o sistema de energia fotovoltaica da Policlínica Metropolitana, em Belém, contribui para a conservação do meio ambiente, além de reduzir os gastos do Estado com eletricidade. A produção do sistema com as placas instaladas no telhado do prédio permite uma economia de até 40% nas despesas de consumo da luz elétrica, e a tecnologia permite ainda que o excesso de produção se  converta em crédito junto à concessionária, aos finais de semana, quando o local não é aberto ao público.

Para o secretário de Estado de Saúde Pública (Sespa), Romulo Rodovalho, a unidade é um exemplo de eficiência. "A Poli Metropolitana mostra a preocupação do governo não somente em oferecer um bom atendimento, mas também em gerir de forma eficiente os recursos públicos, já que esse sistema acarreta na redução de custos com energia da unidade. Também ilustra o esforço constante em promovermos o respeito à sustentabilidade e ao meio ambiente", frisou o titular da Sespa.

Telhado da Policlínica Metropolitana conta com sistema de energia solar limpa que reduz em 30% e 40% o consumo de luz elétricaSalomão Favacho, diretor de Infraestrutura da Poli Metropolitana, informa que são 502 placas instaladas. “Todo o telhado do prédio é revestido de placas que tem a capacidade de conversão de luz solar em energia limpa, em energia renovável. E essa energia supre de 30% a 40% da necessidade de consumo das nossas atividades diárias, ou seja, enquanto essa energia está sendo convertida, o próprio prédio já passa a consumir essa energia”,  explicou o diretor.

Nos finais de semana, a redução é maior pois não há atendimento ao público. “O que é produzido nesses dias é repassado para a concessionária de energia e isso retorna para nós através de crédito. Com isso se otimiza o uso do recurso público, uma vez que a Policlínica é um serviço público de saúde gerido por organização social que administra o erário público”, acrescentou Salomão.

Além da tecnologia de produção de energia solar, a Policlínica conta com outras medidas de sustentabilidade em suas instalações, como o sistema de captação da água de chuva, tratamento do esgoto gerado através da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETA) e das práticas internas de uso consciente.

Por Dayane Baía (SECOM)