Governo do Estado autoriza obras para reabertura do Hospital da Polícia Militar

Unidade hospitalar estava desativada há 10 anos. Ao todo, serão abertos 25 leitos

27/04/2021 10h40 - Atualizada em 27/04/2021 14h12

O governador Helder Barbalho assinou, na manhã desta terça-feira (27), autorização para início das obras de modernização e readequação do Hospital da Polícia Militar, em Belém. Os serviços irão permitir a reabertura da unidade hospitalar militar, que está fechada há 10 anos.

“Vamos realizar a reforma para permitir a reabertura do hospital, que é um importante equipamento público para nossos policiais militares. Este hospital foi fechado há quase 11 anos, e agora, com essas obras, será reaberto para servir a nossa corporação e servir aqueles que nos protegem”, destacou o governador Helder Barbalho.

“Na esteira da valorização de nossos servidores da segurança pública estamos autorizando essas obras para reativação do hospital. É uma demonstração de cuidado e queremos nossa tropa saudável para que possa dar segurança para nossa população”, reforçou o secretário de Segurança Pública, Ualame Machado.

O investimento do Governo do Estado é da ordem de R$ 2,73 milhões. A previsão de duração da obra é de 10 meses. Ao todo, serão abertos 25 leitos, sendo 19 adultos e seis infantis. O público-alvo do hospital serão militares e seus familiares.

“Essa é uma reforma muito importante. O hospital estava há 10 anos desativado atendendo apenas ambulatorialmente. Agora, com com essa reforma, vamos estar em condições de voltar a ofertar assistência em saúde de qualidade para nossa tropa”, avalia o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Dilson Júnior.

Tenente coronel Maria Lilian Rodrigues Barbosa, diretora do Hospital da PMA diretora do Hospital da Polícia Militar, tenente coronel Maria Lilian Rodrigues Barbosa, ressalta que a reabertura da unidade é uma conquista para tropa militar do Estado que passa a ter uma nova opção na busca por atendimento médico.

“Esse ato de hoje responde ao anseio da tropa e necessidade da reativação do hospital, que passou mais de 10 anos fechado. Militares e seus dependentes serão atendidos em consultas ambulatoriais, internações e pequenas cirurgias. Em tempos de pandemia, a reativação do hospital é um legado”, disse.

Por Leonardo Nunes (SECOM)