Sejudh e a agência das Nações Unidas para Migrações discutem parcerias

Instituições buscam estreitar laços e aprimorar, ainda mais, os fluxos de atendimentos aos migrantes que chegam ao Pará

16/04/2021 16h56

A fim de estreitar laços e aprimorar os fluxos de atendimentos aos migrantes que chegam ao Pará, representantes da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh) e a Organização Internacional para Migrações (OIM), diretamente ligada às Organizações das Nações Unidas (ONU), reuniram-se nesta sexta-feira (16).

A reunião contou com a presença da diretora de Cidadania e Direitos Humanos da Sejudh, Verena Arruda; da responsável pela Coordenadoria de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, Erradicação do Trabalho Escravo e Migração Segura (Ctetp), Lorena Romão e pelo gerente de projetos da OIM, Joaquim Torrinha.

A agência das Nações Unidas para as Migrações é o principal organismo intergovernamental de migração e trabalha em estreita colaboração com parceiros governamentais, intergovernamentais e não-governamentais. O órgão dedica-se à promoção para uma migração segura, ordenada e digna para os migrantes, e também fornece consultoria para pessoas e governos. 

A Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, por meio da Coordenadoria de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, Erradicação do Trabalho Escravo e Migração Segura (Ctetp), articula as políticas públicas estaduais para recepcionar de forma humanizada migrantes deportados, refugiados, repatriados e não admitidos. A Sejudh é quem recebe eventuais denúncias de pessoas que vivenciaram o tráfico ou trabalho escravo, oferecendo, conforme cada caso, um acolhimento por meio de uma rede local de atendimento.

Diretora estadual de Cidadania e Direitos Humanos, Verena Arruda informou que a reunião objetivou o fortalecimento das políticas públicas de promoção da garantia dos direitos dos migrantes no Pará. “Vamos também ter como objetivo iniciar um diagnóstico, o mapeamento dessas pessoas e o fluxo que elas percorrem até chegar ao Pará”, disse.

“Quais as demandas e as diretrizes que vão surgir a partir disso, aliando também não só a política de imigração, mas também de atendimento aos refugiados e o papel da Sejudh, como articuladora dessas políticas públicas de direitos humanos e sociais”, finalizou Verena Arruda, destacando a importância de conhecer os fluxos migratórios para a realização de um bom atendimento à população migrante. 

Por Gerlando Klinger (SEJUDH)