Em São Paulo, Iterpa reúne com Conselho Nacional da Amazônia Legal e instituições privadas

Estado do Pará apresenta projetos e ações para regularização fundiária

26/02/2021 12h13 - Atualizada em 26/02/2021 12h42

Iterpa dá andamento ao Projeto Estratégico de Ação para o Ordenamento Territorial e Regularização Fundiária na Amazônia LegalA equipe técnica do Instituto de Terras do Pará (Iterpa), composta pelo presidente Bruno Kono, a diretora técnica Mariceli Moura e o assessor chefe do instituto, Ricardo Azevedo, estiveram na sede do Banco Itaú, em São Paulo, para dar continuidade à agenda de implementação do Projeto Estratégico de Ação para o Ordenamento Territorial e Regularização Fundiária na Amazônia Legal”, na quinta-feira (26). 

A agenda tem o objetivo de buscar parcerias para o desenvolvimento do projeto no setor privado. "Essa reunião é importância, porque pode ser explicado tecnicamente o contexto, os desafios e as soluções para a questão fundiária, a partir do projeto construído pelos governos federal e estadual, incluindo a forma como o setor privado pode colaborar nesse processo, que é inédito e contribuirá para as agendas econômica e ambiental da região”, explica o presidente do Iterpa, Bruno.

A reunião também contou com a presença do Conselho Nacional da Amazônia Legal, representado pelo chefe da Comunicação Social da Vice-Presidência da República, general Eugenio Pacelli. "Essa agenda representa o início das rodadas de reuniões para apresentação, debate e alinhamento com parceiros do setor privado para conhecer o projeto e demonstrar que o governo federal e estado do Pará já tem uma proposta de plano de ação construída, a partir de conhecimento técnico sobre a regularização fundiária na Amazônia Legal,” acrescentou o general.

Projeto

O projeto, em parceria com o governo federal, integra as ações do Plano Estadual Amazônia Agora, que tem entre os seus eixos a regularização fundiária e ambiental como instrumentos para a promoção de uma economia regional de baixo carbono e de combate ao desmatamento e as mudanças climáticas.

Por Bruna Brabo Secom (SECOM)