Banpará é o banco mais procurado por micro e pequenos empresários na pandemia

A instituição bancária do Pará movimenta a economia durante a crise de saúde mundial

25/08/2020 22h38 - Atualizada em 25/08/2020 23h52
Por Raiana Coelho (SEDEME)

O Banpará se destaca no cenário nacional como referência de incentivo às micro e pequenas empresasUma pesquisa realizada em todo o Brasil pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostrou que, no Pará, o Banco do Estado (Banpará) é a instituição financeira mais procurada por empreendedores durante a pandemia de Covid-19, sendo mencionado por mais de 50% do público ouvido. Desde o início da pandemia, a cada mês o Sebrae nacional realiza pesquisas para avaliar os reflexos da crise de saúde mundial nos pequenos empreendimentos.

“Para ter uma ideia, bancos nacionais como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil aparecem a baixo de 20%. Isso mostra o compromisso do Estado do Pará em, principalmente, movimentar a economia, fazer empréstimos conscientes, como no caso do Fundo Esperança, e colocar cerca de 200 milhões de reais no mercado para que as empresas pudessem ter um fôlego maior e conseguissem sobreviver nesse período de pandemia”, ressalta Rubens Magno, superintende do Sebrae no Pará, agradecendo a parceria firmada com o governo, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e do Banpará.

O Fundo Esperança é uma das estratégias adotadas para oferecer crédito aos pequenos empreendedoresIndicadores - Faturamento, vendas, funcionamento e crédito são alguns dos indicadores avaliados no estudo, que serve de base para as ações do Sebrae nas articulações com entidades públicas e privadas, e para a criação e operacionalização de linhas de crédito – o que ocorreu com o Fundo Esperança, que já auxiliou mais de 65 mil micros e pequenos empreendedores, trabalhadores informais e da economia criativa em todo o território paraense.

“Isso mostra um grande alinhamento entre o Banpará e as estratégias do governo no sentido de que esses pequenos empresários tivessem melhores condições de atravessar um período muito grave que vem sendo essa pandemia. Por isso, o Banpará está, realmente, junto da população paraense”, afirmou o presidente do Banco, Braselino Assunção.Para o presidente do Banco, Braselino Assunção, a pesquisa mostra o alinhamento entre o Banpará e as estratégias do governo

Monitoramento - Desde o anúncio do primeiro caso confirmado de infecção pelo novo coronavírus no Brasil, o Sebrae monitora as ações de instituições financeiras de todo o País, principalmente em relação ao acesso a crédito, considerado essencial para a sobrevivência das micro e pequenas empresas durante a crise.

No primeiro levantamento, realizado no final de março, foram mapeadas 33 linhas de crédito disponíveis. Agora, na 16ª versão da pesquisa, atualizada entre os dias 27 de julho e 7 de agosto, subiu para 183 o total de linhas de crédito disponíveis para o segmento, o que representa um aumento de 454% ao longo dos cinco meses de pandemia. A maior parte das linhas de crédito é oferecida por bancos regionais, agências de fomento regionais e OSCIPs (Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público) de microcrédito.