Governo anuncia abertura dos hospitais do Tapajós, Castanhal e Castelo dos Sonhos

Em postagem nas redes sociais, governador Helder Barbalho falou da liberação de R$ 42 milhões que vão permitir as entregas

19/05/2020 13h37 - Atualizada em 19/05/2020 15h08

Hospital de Castanhal terá mais 120 leitosO governador do Pará, Helder Barbalho, anunciou em suas redes sociais, na segunda-feira (18), que nos próximos 15 dias o Hospital Regional do Tapajós, em Itaituba; o Hospital Regional de Castanhal e o Hospital de Castelo dos Sonhos, em Altamira, serão entregues para a população para atendimentos de Covid 19 e outras especialidades médicas.

“Liberamos hoje R$ 42 milhões para permitir a entrega do Hospital de Itaituba, o Hospital Regional do Tapajós, com 164 leitos; também mais 120 leitos no Hospital Regional de Castanhal e 20 leitos no Hospital de Castelo dos Sonhos. Portanto nós estamos ampliando a nossa estrutura em saúde com estes três importantes compromissos que nos havíamos firmado com a população” - governador Helder Barbalho.

O governador esclareceu ainda que o Estado vem reforçando o atendimento dos pacientes infectados pelo novo coronavírus. “Agora são 1.648 leitos para pacientes com Covid-19, sendo 390 leitos de UTI”, ressaltou. 

O Hospital Regional do Tapajós terá capacidade para atender cerca de 250 mil pessoas de Itaituba e outros municípios da região, como Novo Progresso, Trairão, Jacareacanga, Aveiro e Rurópolis. O hospital foi projetado para ofertar atendimento de alta complexidade.

Já o o hospital de Castelos dos Sonhos é um sonho antigo da comunidade que fica a 1.010 km de distância do município de Altamira. A unidade de saúde vai dar suporte para moradores do distrito e regiões próximas, como Cachoeira da Serra e as aldeias indígenas do entorno, com capacidade para atender por mês, em média, 20 mil habitantes da comunidade.

Em Castanhal, a finalização do Hospital Regional de Castanhal foi acompanhada pelo governador do Estado no último final de semana. As obras na unidade de saúde foram iniciadas ainda em 2014.

Por Larissa Noguchi (SECOM)