Sedeme orienta sobre a análise dos cadastrados no Fundo Esperança

Informações dos 130 mil cadastros registrados já estão sendo avaliadas pelo Sebrae

05/04/2020 17h01 - Atualizada em 05/04/2020 18h32
Por Valéria Nascimento (SEDEME)

O programa de crédito Fundo Esperança, lançado pelo Governo do Pará para mitigar os impactos econômicos provocados pela Covid-19, contabilizou 130 mil cadastros na plataforma. São R$ 200 milhões em recursos públicos, destinados às micro e pequenas empresas, trabalhadores informais e da economia criativa. 

A responsabilidade pela análise das informações é do Serviço de Apoio às Micro, Pequenas e Médias Empresas (Sebrae), parceiro do Estado nessa iniciativa. O trabalho tem sido intenso para dar uma resposta rápida e efetiva ao setor da economia que responde por mais de 90% dos negócios realizados no Estado. O Fundo é administrado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) e disponibilizado pelo Banco do Estado do Pará (Banpará)

A Sedeme informa que mais de 100 analistas foram mobilizados para avaliar as informações, e que está empenhada na busca de uma solução para ampliar o número de pessoas envolvidas nessa ação. A Secretaria esclarece que o objetivo é dar celeridade a esse processo e garantir a segurança necessária ao setor produtivo.

O Sebrae criou uma linha exclusiva para dar retorno ao empreendedor, o (91) 3289.7550. Por isso, a Sedeme faz um alerta, para que o público envolvido não aceite ligações sobre o Fundo Esperança de outros números. Todos os que se cadastraram receberão a ligação, que faz parte do processo de seleção.

Nenhuma empresa está autorizada a falar pelos parceiros do Fundo Esperança, que são a Sedeme, o Banpará e o Sebrae.