Cosanpa cobra de empresa agilidade em obras no Complexo Bolonha

13/09/2019 15h58 - Atualizada em 13/09/2019 18h36
Por Tayná Horiguchi (COSANPA)

Presidente da Cosanpa afirma que visitará a obra a cada 15 dias para acompanhar de perto tudo que está sendo feito.Duplicar a produção de água na principal Estação de Tratamento de Água (ETA) da capital paraense é a meta da Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa), com a realização dos serviços no Complexo Bolonha. Nesta sexta-feira (13), o presidente do órgão, José Antonio de Angelis, se reuniu com os engenheiros que trabalham no local e visitou o canteiro de obras, de responsabilidade do Consórcio Bolonha.

“Solicitamos mais agilidade nas obras para entregarmos no prazo. Vamos fazer a inauguração do que puder entrar em operação até o final do ano, conforme a determinação do governador. Pedimos mais agilidade também na compra de equipamentos e chegamos a um consenso, definindo quais precisam ser comprados com as especificações de modelo. Na próxima terça-feira, vamos nos reunir com a diretoria do Consórcio e a cada 15 dias estarei aqui para acompanhar de perto tudo que está sendo feito”, disse José Antonio.

Os tanques já foram revitalizados e os filtros estão sendo instalados. Novos decantadores também estão sendo montados. Os equipamentos fazem parte do processo de tratamento da água. Em paralelo, a área que está em pleno funcionamento no Bolonha também está sendo recuperada com limpeza e manutenções preventivas.

Antes da limpeza, diversas áreas do complexo demonstravam a falta de manutenção da gestão.Os filtros e as peças dos decantadores, que apresentavam estado de deteriorização, passaram por limpeza, assim como os prédios e a área externa do Complexo. Atualmente, a produção da ETA Bolonha gira em torno de 3,2 metros cúbicos de água por segundo. O investimento no Complexo Bolonha é de R$ 155 milhões e vai ampliar a capacidade da ETA, construída em 1986.

“Essa obra é de fundamental importância, porque vamos produzir o dobro de água que está sendo produzido agora, ou seja, 6,4 metros cúbicos de água por segundo, suficiente para atender a demanda da população da Grande Belém”, finalizou De Angelis.