COMUNICAÇÃO
Centro Regional de Governo busca apoio para equoterapia em Marabá
Localidade: Diversas localidades
01/07/2018 11h43
Centro Integrado de Equoterapia da Poílicia Militar do Estado, na manhã desta terça-feira (1).
FOTO: RODOLFO OLIVEIRA/AG.PARÁ
DATA: 01.11.2011
BELÉM-PARÁ
Foto: Rodolfo Oliveira/Ag. Pará
A XI edição dos Jogos Paralímpicos Escolares Paraenses foi aberta nesta quarta-feira, 27, e segue até a sexta-feira, 29, no auditório do Centro de Convenções Carajás, em Marabá, no sudeste do Pará. Na abertura, o embaixador do Centro de Inclusão Social de Marabá, Bruno Lins (foto), relatou que em virtude da deficiência aprendeu a andar aos 15 anos com apoio da equoterapia, mas que hoje é professor de Educação Física com duas pós-graduações, mostrando que é possível vencer as limitações físicas.
FOTO: FERNANDO NOBRE / ASCOM SEDUC
DATA: 27.06.2018
MARABÁ - PARÁ
Foto: FERNANDO NOBRE/ASCOM SEDUC
A implantação do Programa de Equoterapia em Marabá, no sudeste paraense, está avançando. Novas medidas para viabilizar o projeto foram avaliadas pelo tenente-coronel Márcio Fernandes (2º da esq/dir), diretor da Unidade de Reabilitação do Centro Interdisciplinar de Equoterapia (Cieq), de Belém, o embaixador do programa, Bruno Lins (1º da esq/dir), e os coordenadores do Centro do Regional de Governo do Sudeste do Pará, Jane Dailha e Caetano Reis, além do vereador Márcio do São Félix (3º da esq/dir). A reunião ocorreu durante a 11ª edição dos Jogos Paralímpicos Paraenses em Marabá, na última semana. Segundo os participantes do encontro, o momento é de buscar parceiros dispostos a consolidar o projeto. Segundo Márcio do São Félix, “estamos dando passos largos para contribuir com a implantação desse serviço em Marabá. Estamos com um grupo de trabalho da equoterapia vencendo essa luta diária, de tentar apoio para isso”.
FOTO: KÉLIA SANTOS / ASCOM CRGSP
DATA: 29.06.2018
MARABÁ - PARÁ
Foto: KÉLIA SANTOS / ASCOM CRGSP
“Quando recebi a indicação de terapeutas e médicos de que meu filho autista deveria fazer equoterapia, não imaginava que conquistaríamos resultados tão maravilhosos, que ele começaria a interagir, perder o medo dos animais, melhorar a postura e ter mais autonomia”. O depoimento emocionado é de Isabel Melo, mãe de João Vitor, de 10 anos (foto), paciente do Programa de Equoterapia, realizado pela Polícia Militar do Pará.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 02.04.2018
BELÉM - PARÁ
Foto: MÁCIO FERREIRA/ AG. PARÁ
“Quando recebi a indicação de terapeutas e médicos de que meu filho autista deveria fazer equoterapia, não imaginava que conquistaríamos resultados tão maravilhosos, que ele começaria a interagir, perder o medo dos animais, melhorar a postura e ter mais autonomia”. O depoimento emocionado é de Isabel Melo, mãe de João Vitor, de 10 anos, paciente do Programa de Equoterapia, realizado pela Polícia Militar do Pará. Na foto, o tenente coronel Márcio Fernandes, diretor da Unidade de Reabilitação da PMPA, exalta o trabalho.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 02.04.2018
BELÉM - PARÁ
Foto: MÁCIO FERREIRA/ AG. PARÁ
Hoje, além de João Vitor, outras 79 crianças são atendidas pelo programa, que existe há mais de 20 anos no Pará. Entre pacientes com paralisia cerebral, Síndrome de Down e outras patologias, grande parte possui Transtorno do Espectro do Autismo (TEA). Ao todo, são 27 crianças nessas condições.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 02.04.2018
BELÉM - PARÁ
Foto: MÁCIO FERREIRA/ AG. PARÁ
“Quando recebi a indicação de terapeutas e médicos de que meu filho autista deveria fazer equoterapia, não imaginava que conquistaríamos resultados tão maravilhosos, que ele começaria a interagir, perder o medo dos animais, melhorar a postura e ter mais autonomia”. O depoimento emocionado é de Isabel Melo, mãe de João Vitor, de 10 anos (foto), paciente do Programa de Equoterapia, realizado pela Polícia Militar do Pará.
FOTO: MÁCIO FERREIRA / AG. PARÁ
DATA: 02.04.2018
BELÉM - PARÁ
Foto: MÁCIO FERREIRA/ AG. PARÁ
A implantação do Programa de Equoterapia em Marabá, no sudeste paraense, está avançando. Novas medidas para viabilizar o projeto foram avaliadas pelo tenente-coronel Márcio Fernandes, diretor da Unidade de Reabilitação do Centro Interdisciplinar de Equoterapia (Cieq), de Belém, o embaixador do programa, Bruno Lins, e os coordenadores do Centro do Regional de Governo do Sudeste do Pará, Jane Dailha e Caetano Reis, além do vereador Márcio do São Félix. A reunião (foto) ocorreu durante a 11ª edição dos Jogos Paralímpicos Paraenses em Marabá, na última semana. Segundo os participantes do encontro, o momento é de buscar parceiros dispostos a consolidar o projeto. Segundo Márcio do São Félix, “estamos dando passos largos para contribuir com a implantação desse serviço em Marabá. Estamos com um grupo de trabalho da equoterapia vencendo essa luta diária, de tentar apoio para isso”.
FOTO: KÉLIA SANTOS / ASCOM CRGSP
DATA: 29.06.2018
MARABÁ - PARÁ
Foto: KÉLIA SANTOS / ASCOM CRGSP