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PCT Guamá mobiliza R$ 68,3 milhões e reforça protagonismo em ciência e tecnologia

Atualmente, o Parque de Ciência e Tecnologia reúne um ecossistema de inovação com mais de 60 empresas, entre residentes e associadas, além de 14 laboratórios dedicados à Pesquisa e Desenvolvimento

Por Angélica Corrêa (EGPA)
26/02/2026 08h00

O PCT Guamá, primeiro Parque de Ciência e Tecnologia da Região Norte do Brasil, foi criado em 2010 com o propósito de fortalecer a integração entre academia, empresas e governo. Seu objetivo é impulsionar a geração de produtos, serviços e soluções inovadoras com foco em bioeconomia, tecnologias verdes e inteligência governamental (GovTech).

O Parque atua em setores estratégicos para o desenvolvimento regional e nacional, como Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), Tecnologias para Educação, Energia, Tecnologia Mineral, Sustentabilidade, Bioeconomia e Inteligência Artificial, promovendo um ambiente colaborativo que estimula inovação, empreendedorismo e transferência de tecnologia.

Em 2025, foram mobilizados aproximadamente R$ 68,3 milhões na gestão de projetos, melhorias de infraestrutura e programas de apoio ao empreendedorismo, com previsão de novos editais e ampliações de espaço físico para incubação e hubs de negócios em 2026.

Segundo Renato Francês, diretor técnico da Fundação, em balanço recente, o PCT consolida-se como um importante indutor de iniciativas nos âmbitos estadual, regional, nacional e internacional.

“Uma das primícias do PCT Guamá é que as empresas atuem dentro dos seus nichos de competência, ofertando conhecimento, atuação ou produtos com a finalidade em modificar a realidade em torno do Parque, e quando possível em uma abrangência maior, a cidade de Belém e o Estado”, afirma o diretor técnico ao destacar o trabalho desenvolvido em benefício da comunidade.

Sobre os benefícios do trabalho para a sociedade paraense, Renato destaca a importância de iniciativas pensadas e desenvolvidas a partir da realidade local.

“Diferente da atuação de uma multinacional, que pensa de forma planetária, o Parque vai ao encontro em busca de melhorar produtos, processos e conhecimento na Amazônia sob a solução de problemas a partir do olhar de pesquisadores daqui”, finaliza. 

No contexto do empreendedorismo, o Parque executa programas de fomento a negócios inovadores e de impacto, com atendimentos em 2025 de mais de 20 ideias, startups e outras empresas, por meio de apoio técnico no desenvolvimento de negócios. 

Parceria com as empresas - Para que as empresas atuem como parceiras da instituição, na condição de residentes ou associadas, é necessário que mantenham relação direta com os laboratórios e com as instituições de ensino e pesquisa presentes no Parque, estabelecendo conexões efetivas com os diversos atores que compõem o ecossistema de inovação.