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Hemopa e ASPAHC comemoram Dia Mundial da Hemofilia

Por Redação - Agência PA (SECOM)
25/04/2015 15h55

A Fundação Hemopa e a Associação Paraense de Portadores de Hemofilia e Coagulopatias Hereditárias (ASPAHC) promoveram na manhã deste sábado, 25, uma comemoração alusiva ao Dia Mundial da Hemofilia, na praça Batista Campos. A programação contou com atividades educativas e recreativas que conscientizaram portadores da doença e cuidadores a lidarem de forma positiva com a hemofilia.

"Decidimos comemorar em praça pública para mostrar à sociedade que a pessoa com hemofilia pode ter uma vida normal. E que estamos engajados na melhoria da qualidade de vida destes pacientes, com o apoio de uma equipe multiprofissional que proporciona tratamento intensivo e humanizado", ressaltou a médica hematologista Saide Maria Sarmento Trindade na abertura do evento, que reuniu servidores, pacientes e familiares.

A presidente do hemocentro, Ana Suely Leite Saraiva, destacou os avanços que o tratamento oferecido pelo Hemopa alcançou ao longo dos 36 anos de existência do órgão. ''Em um primeiro momento, o atendimento era feito por médicos, enfermeiros e técnicos em Enfermagem, com o uso de crioprecipitado, que, hoje, é uma forma ultrapassada de recurso terapêutico.

Atualmente, a pessoa com hemofilia é atendida por uma equipe multidisciplinar que conta com o reforço de novos profissionais da área da saúde, agregados aos que já haviam, o que ajudou a otimizar o tratamento'', explica a presidente. Ana afirma que uma das missões do Hemopa atualmente é estender as capacitações em atendimento à pessoa com hemofilia pelo interior do estado.

O fisioterapeuta e professor de Tai Chi Chuan Luiz Augusto da Costa Duarte, 30, ministrou uma aula no coreto da praça. ''O Tai Chi Chuan melhora a qualidade de vida de quem o pratica, principalmente a das pessoas com hemofilia, que precisam manter-se ativas, fortes e equilibradas. Trabalhamos a respiração, resistência mental, alongamento e movimentos das articulações'', explica Luiz.

Silvia Elenina Nascimento da Glória, 35, é mãe de João Vitor do Nascimento, 5, que recebe tratamento no Hemopa desde o primeiro ano de idade. ''Ele recebe infusão três vezes por semana e tratamento completo. Não nos falta nada. O Hemopa nos fornece todo o medicamento, tratamento e treinamento para os cuidados que devo ter com ele'', relatou.