Polícia Civil realiza operação de combate ao tráfico de entorpecentes em Tucuruí e prende suspeitos em dois estados

Durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, foram encontrado drogas, dinheiro, balanças de precisão e vários celulares utilizados pelos criminosos na prática dos crimes

27/10/2021 12h20 - Atualizada em 27/10/2021 12h43

Nesta quarta-feira (27), a Polícia Civil do Pará cumpriu 17 mandados de prisão preventiva e sete de busca e apreensão nos municípios de Tucuruí e Santa Isabel, no Pará; e nas cidades de Natal (RN) e Apuí (AM), durante a terceira e última fase da operação "Perfídia III". O objetivo da operação foi desmantelar uma associação criminosa que distribui drogas em Tucuruí, e prender os líderes do tráfico responsável pela gestão financeira dos ilícitos, assim como os traficantes que comercializam entorpecentes na cidade. 

Em Tucuruí, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão em residências da cidade, além de oito mandados de prisão preventivas. Já na cidade de Natal (RN) foram cumpridos três mandados de prisão. Em Apuí (AM) foram quatro mandados de prisão preventiva e um de recaptura, contra um mesmo suspeito.  

De acordo com o delegado Thiago Mendes, suuperintendente da 9ª Regional do Lago de Tucuruí, que esteve à frente da operação, a ação contou com apoio de equipes dos municípios de Goianésia, Pacajá, Novo Repartimento, Breu Branco e Jacundá. 

"A operação foi muito exitosa, já que conseguimos prender os principais líderes do tráfico de entorpecentes do município de Tucuruí. O combate ao crime de tráfico de entorpecentes reflete em outros tipos de crime, como furto, roubo, homicídios por execução, então, a ação foi uma efetiva resposta à sociedade", pontuou o superintendente. 

Ainda de acordo com a Polícia Civil, durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, foram encontrados uma quantidade de drogas, dinheiro, balanças de precisão e vários celulares utilizados pelos criminosos na prática dos crimes.

Todos os presos serão encaminhados ao sistema penitenciário e ficarão à disposição da Justiça.

Por Rodrigo Reis (PC)